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MOÇAMBIQUE: VISITA AO PROJECTO DE CLUSTER DA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO

Os Professores Ana Bénard (CEA/ISCTE) e Carlos Sangreman (CEsA/ISEG) deslocaram-se a Moçambique no âmbito do projecto “O cluster como instrumento teórico e prático da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento portuguesa: o caso da Ilha de Moçambique, Timor Leste e São Tomé e Príncipe”, financiado pela FCT. Realizaram entrevistas em Maputo, Nampula e sobretudo na Ilha de Moçambique com autoridades locais, empresários nacionais e expatriados, organizações da sociedade civil, e tiveram várias reuniões com técnicos da estrutura da cooperação portuguesa em Maputo e na Ilha. Saliente-se a enorme colaboração de todos os intervenientes desde a embaixada às várias organizações presentes na Ilha.
Conclui-se para já que a presença residente da cooperação portuguesa, no seguimento da cooperação já desenvolvida, com preocupações declaradas (seguindo a lógica de cluster decidida pela estratégia aprovada em Portugal) de procurar articular entre si estes vários interesses, surge aos olhos nacionais e pelo menos a alguns internacionais, como sendo tendencialmente um contributo chave para o garante de defesa do interesse moçambicano (pela facilidade de estabelecimento de alianças nesse sentido entre portugueses e nacionais) na Ilha. Essa tendência é claramente acentuada quando o coordenador em causa é capaz de fazer uma gestão dos vários interesses existentes no sentido da sua articulação para o desenvolvimento da Ilha.
Para os objectivos do projecto é claro que a noção de que a gestão destes interesses é a actividade principal da Cooperação faz com que a importância pela ausência de fundos mais substanciais seja ultrapassada pela atracção exercida sobre outros financiadores pela potencialidade de um trabalho começado há poucos meses mas com antecedentes que o tornam rapidamente aceite e respeitado pelos intervenientes presentes e ausentes na Ilha.

Uma visão optimista sobre a Ajuda nos Estados frágeis

O que mudou e o que aprendemos sobre Estados em situação de fragilidade na última década? O Instituto Brookings interroga-se em “Ten Years of Fragile States: What Have We Learned?” sobre o que mudou desde que o Banco Mundial criou uma taksforce para lidar com Estados Frágeis e apresenta uma visão optimista, baseada em evidências, sobre o funcionamento da Ajuda ao Desenvolvimento nesses países.

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As diferentes trajectórias de Desenvolvimento no Sudeste Asiático e África Subsariana

Esta semana sugerimos a leitura do artigo “Tracking Development in South-East Asia and sub-Saharan Africa: The Primacy of Policy”, do último número da revista Development Policy Review, que analisa as diferenças nos resultados de Desenvolvimento entre o Sudeste Asiático e África Subsariana nos últimos 50 anos. A investigação incide em quatro países de cada região e conclui que ambas as regiões têm políticas que procuram a estabilização macroeconómica, porém no Sudeste Asiático estas estão associadas a políticas de redução da pobreza, o que não é o caso da região subsariana.

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Estágios no Banco Asiático para o Desenvolvimento

O Banco Asiático para o Desenvolvimento aceita candidaturas a estágios de alunos, inscritos em mestrado ou doutoramento, dos países membros da organização, de que Portugal faz parte. O segundo período, dos três previstos para 2012, está aberto até 24 Fevereiro.

 

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Guiné-Bissau: Eleições presidenciais em pleno turbilhão político

O mais recente paper do IPRIS – Instituto Português de Relações Internacionais e Segurança analisa a situação política na Guiné-Bissau, a escassos dias do início da campanha eleitoral. Para Pedro Seabra, os desafios são inúmeros nestas presidenciais. Para os enfrentar será necessária uma solução democrática plenamente legitimada pelos eleitores e, posteriormente apoiada pela comunidade internacional.

 

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