CAMÕES: FUSÃO ENTRE IPAD E INSTITUTO CAMÕES
JÁ É OFICIAL

No âmbito da reforma da Administração Pública, o Governo fundiu o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento com o Instituto Camões num novo organismo: o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua que será responsável pela Cooperação para o Desenvolvimento Portuguesa e pela promoção externa da língua e cultura portuguesas. De acordo com o decreto-lei, o Camões continuará a dar prioridade ao cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, especialmente nos países de língua oficial portuguesa, bem como à melhoria das condições de vida das populações. Compete-lhe ainda a valorização permanente a difusão internacional da língua e da cultura portuguesas no exterior. O novo organismo entrou em vigor a 1 de Fevereiro de 2012.

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A CIMEIRA DA UNIÃO AFRICANA
E AS INTERFERÊNCIAS EXTERNAS

A 18.ª Cimeira da União Africana (UA), que aconteceu em Addis Ababa (Etiópia) a 29 e 30 de Janeiro, terminou num impasse. Os líderes africanos não chegaram a acordo relativamente à eleição do novo presidente da Comissão da União Africana e diversos analistas referem “ingerências externas” na condução do debate. Além disso, a inauguração da nova sede da UA, avaliada em 200 milhões dólares e construída pela China, está também envolta em polémica.

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Relatório HRW 2012: a Primavera Árabe em destaque

A Primeira Árabe surge em destaque na edição de 2012 do relatório sobre o estado dos Direitos Humanos a nível mundial, lançado anualmente pela Human Rights Watch. Na sua 22.ª edição, o relatório, com quase 700 páginas, passa a pente fino os Direitos Humanos no mundo, resumindo os principais problemas e desafios em mais de 90 países ou territórios que tiveram lugar entre Janeiro e Novembro de 2011.

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A pouco clara abordagem da União Europeia na Guiné-Bissau

A União Europeia (UE) surge cada vez mais como um actor marginal na Guiné-Bissau com uma abordagem incerta de Cooperação para o Desenvolvimento. O diagnóstico é feito pela investigadora Ola Bello, do think tank europeu FRIDE, que considera ainda que a UE cometeu um erro táctico ao retirar-se sem um plano claro de reentrada no país após a tentativa de golpe de Estado em 2009. A alteração das prioridades pós-Revoluções Árabes tornam particularmente improvável que a Guiné-Bissau ressurja como uma prioridade política para a Europa, conclui o documento.

 

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