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CEsA arquivo de noticias 241

“Guerra de palavras” entre Pyongyang e Washington: Luís Mah em entrevista ao RFI

Na sequência da Coreia do Norte ter anunciado, este domingo (3 setembro 2017), que detonou uma Bomba H, defendendo que esta pode ser colocada na ogiva de um míssil intercontinental, em entrevista dada ao RFI, Luís Mah, especialista em Política Internacional e nosso membro, considera que a mais recente provocação do regime de Kim Jong-un e a resposta de Donald Trump vão resumir-se a uma “guerra de palavras … por enquanto”, alertando que o mundo “tem que ter medo dos dois”, sobretudo do presidente norte-americano.

_assista ao podcast aqui.

 

Está disponível o Programa final da V Conferência Internacional do IESE “Desafios da investigação social e económica em tempos de crise”!

Por ocasião do seu 10º aniversário, o IESE - Instituto de Estudos Sociais e Económicos anuncia a realização da sua V Conferência internacional, subordinada ao tema “Desafios da investigação social e económica em tempos de crise” a ter lugar em Maputo, Moçambique, entre 19 e 21 de Setembro de 2017. A conferência inaugural do IESE, realizada a 19 de Setembro de 2007, debruçou-se sobre os desafios da investigação social e económica em Moçambique, do ponto de vista tanto dos desafios teóricos, paradigmáticos e metodológicos para estudar, compreender e responder às dinâmicas e tendências de transformação política, económica e social, como dos desafios da inserção da investigação e do seu papel num contexto político que se adivinhava crescentemente hostil e repressivo. Volvidos dez anos, o mundo assiste a uma crise multidimensional e internacional. Embora global, esta crise tem manifestações e particularidades regionais e nacionais.Nesta edição de 2017, a conferência será palco de debate em torno das seguintes questões: O que nos ensina a nossa investigação? Onde estamos, que questões nos perturbam, o que não conseguimos entender e explicar nem mudar, o que não sabemos? Que contributos temos realizado tanto para as ciências sociais e o conhecimento, como para os debates políticos, económicos e sociais e as lutas sociais? Que desafios temos pela frente, no que diz respeito tanto ao desenvolvimento das ciências sociais como da sua inserção política?. O IESE é uma organização moçambicana independente e sem fins lucrativos, que realiza e promove investigação científica interdisciplinar sobre problemáticas do desenvolvimento social e económico em Moçambique e na África Austral.

_consulte aqui o programa.

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O economista Carlos Castel-Branco conversou com a Revista Exame sobre a relação promíscua entre Estado e privados em Moçambique (Setembro 2017)

“A economia política e os recursos naturais: a ‘maldição’ está na abordagem”, titulo do Seminário em Estudos de Desenvolvimento apresentado por Carlos Castel-Branco no ISEG, em fevereiro passado, foi mote para uma entrevista realizada ao economista pela Exame (edição de setembro 2017), que versou sobre a crise económica que Moçambique vive, em contraciclo com a expectativa criada pela exploração de recursos naturais. As posições críticas de Castel-Branco sobre o então presidente Armando Guebuza e a situação da dívida moçambicana valeram-lhe, em 2015, um pedido de condenação do Ministério Público do país. Apesar de ter sido absolvido da acusação, enfrenta ainda a decisão do recurso interposto a essa decisão. Não que isso o demova do que ele entende ser fundamental defender.

_leia a entrevista integral aqui.

 

22-23 SET 2017 | Escola de Verão "Todos à Mesa: A coerência de políticas para uma alimentação sustentável"

A FEC (Fundação Fé e Cooperação) organiza em parceria com o CEsA/ISEG, entre outros, a Escola de Verão "Todos à Mesa", com o objectivo de debater a coerência de políticas para uma alimentação sustentável. A alimentação sustentável é um dos objectivos da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável 2030. O evento contará com a presença, no dia 22 de setembro, no ISEG (Auditório Novo Banco), do Director Geral de Desenvolvimento e Cooperação OCDE, Jorge Moreira da Silva. A entrada é livre, porém sujeita a inscrição prévia a realizar até 20 de setembro 2017.

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NOVO WORKING PAPER CEsA/CSG AGO 2017 | INSTITUTIONS AND ECONOMIC GROWTH OF LANDLOCKED NATIONS – part of dissertation, de Subarna BASNET

O WP 156, da autoria de Subarna BASNET, apresenta um estudo sobre a relação entre as instituições e o crescimento económico, a partir do modelo de efeito aleatório crescente correlacionado empiricamente com a base do modelo quadrado mínimo comum combinado e dos modelos de suporte do modelo de efeito fixo e aleatório. Inclui um painel de equilíbrio de 134 nações por 16 períodos (2144 observações). Conclui que os países sem litoral e as instituições são variáveis importantes para o aumento da produção do país. Um país sem terras restringe mais o crescimento económico (em 36%) comparativamente com as nações sem litoral, contudo a estimativa do afastamento do centro para o mar mais próximo torna-se insignificante. Da mesma forma, um desvio padrão aumenta em nove variáveis institucionais individualmente, das dezassete variáveis, as estimativas variam de 3% a 9% com um desvio padrão do produto interno bruto variável dependente per capita.

Aceder ao WP aqui.

 

Nona cimeira dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) a decorrer em Xiamen, China

Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul estão reunidos desde domingo até terça-feira na cidade de Xiamen, China. O encontro anual acontece desde 2009 e no ano passado teve lugar em Goa. Juntos, os cinco países representam quase 40% do total da população mundial, cerca de 22% do produto bruto do planeta e mais de 25% do território. Este encontro está marcado por profundas convulsões internas dos países, nomeadamente Brasil, Rússia e África do Sul atravessam um período de crise económica que, no caso brasileiro, é agravado por uma crise política. Serão interessantes as conclusões que decorrerão do encontro.

_notícia completa aqui.

 

Relatório World Bank e ACNUR | FORCIBLY DISPLACED:Toward a Development Approach Supporting Refugees, the Internally Displaced, and Their Hosts

A crise dos/as refugiados/as sírios tem galvanizado a atenção para um dos principais flagelos do mundo actual: o deslocamento forçado em situação de conflito violento. O número total de refugiados e pessoas deslocalizadas à força, apurado em 65 milhões, continua a crescer. Este relatório, lançado pelo World Bank e produzido em estreita parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), descreve a realidade do deslocamento forçado como uma crise mundial de elevadas proporções com directas implicações no crescimento sustentável: 95% dos deslocados vivem em países em desenvolvimento e mais de metade estão em deslocamento há mais de quatro anos. O relatório sugere formas de reconstruir suas vidas com dignidade através do apoio ao desenvolvimento, com foco nas suas vulnerabilidades, como a perda de activos, a falta de direitos e oportunidades legais. Examina como é que é possível ajudar as comunidades anfitriãs na gestão da chegada súbita de um grande número de pessoas deslocadas e que estão sob pressão para expandir serviços, criar empregos e abordar problemas de desenvolvimento de longa data. À medida que o trabalho sobre um novo Pacto Global sobre a Criação de Responsabilidade para Refugiados progride, o relatório ressalta a importância das comunidades humanitárias e de desenvolvimento trabalharem em formas complementares para apoiar os países durante a crise, desde o fortalecimento da resiliência até à criação de soluções.

A versão online (gratuita) do relatório pode ser descarregada aqui.

 

 

 

Encontra-se publicado concurso para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia para Mestre para o CEsA-CSG/ISEG-ULisboa na área de Economia, com o apoio financeiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia/MCTES, através de fundos nacionais (PIDDAC) no âmbito do Projeto BGCT2017 CESA/UID/SOC/04521/2013, para apoio no desenvolvimento das suas actividades, quer no âmbito da gestão, quer de investigação específica dos seus membros. O período de candidatura decorre entre 24 de agosto a 6 de setembro de 2017 .

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Prémio de Jornalismo da Lusofonia. Candidaturas abertas até 15 de setembro 2017.

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