Está disponível o Programa final da V Conferência Internacional do IESE “Desafios da investigação social e económica em tempos de crise”!

Por ocasião do seu 10º aniversário, o IESE - Instituto de Estudos Sociais e Económicos anuncia a realização da sua V Conferência internacional, subordinada ao tema “Desafios da investigação social e económica em tempos de crise” a ter lugar em Maputo, Moçambique, entre 19 e 21 de Setembro de 2017. A conferência inaugural do IESE, realizada a 19 de Setembro de 2007, debruçou-se sobre os desafios da investigação social e económica em Moçambique, do ponto de vista tanto dos desafios teóricos, paradigmáticos e metodológicos para estudar, compreender e responder às dinâmicas e tendências de transformação política, económica e social, como dos desafios da inserção da investigação e do seu papel num contexto político que se adivinhava crescentemente hostil e repressivo. Volvidos dez anos, o mundo assiste a uma crise multidimensional e internacional. Embora global, esta crise tem manifestações e particularidades regionais e nacionais.Nesta edição de 2017, a conferência será palco de debate em torno das seguintes questões: O que nos ensina a nossa investigação? Onde estamos, que questões nos perturbam, o que não conseguimos entender e explicar nem mudar, o que não sabemos? Que contributos temos realizado tanto para as ciências sociais e o conhecimento, como para os debates políticos, económicos e sociais e as lutas sociais? Que desafios temos pela frente, no que diz respeito tanto ao desenvolvimento das ciências sociais como da sua inserção política?. O IESE é uma organização moçambicana independente e sem fins lucrativos, que realiza e promove investigação científica interdisciplinar sobre problemáticas do desenvolvimento social e económico em Moçambique e na África Austral.

_consulte aqui o programa.

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O economista Carlos Castel-Branco conversou com a Revista Exame sobre a relação promíscua entre Estado e privados em Moçambique (Setembro 2017)

“A economia política e os recursos naturais: a ‘maldição’ está na abordagem”, titulo do Seminário em Estudos de Desenvolvimento apresentado por Carlos Castel-Branco no ISEG, em fevereiro passado, foi mote para uma entrevista realizada ao economista pela Exame (edição de setembro 2017), que versou sobre a crise económica que Moçambique vive, em contraciclo com a expectativa criada pela exploração de recursos naturais. As posições críticas de Castel-Branco sobre o então presidente Armando Guebuza e a situação da dívida moçambicana valeram-lhe, em 2015, um pedido de condenação do Ministério Público do país. Apesar de ter sido absolvido da acusação, enfrenta ainda a decisão do recurso interposto a essa decisão. Não que isso o demova do que ele entende ser fundamental defender.

_leia a entrevista integral aqui.

 

22-23 SET 2017 | Escola de Verão "Todos à Mesa: A coerência de políticas para uma alimentação sustentável"

A FEC (Fundação Fé e Cooperação) organiza em parceria com o CEsA/ISEG, entre outros, a Escola de Verão "Todos à Mesa", com o objectivo de debater a coerência de políticas para uma alimentação sustentável. A alimentação sustentável é um dos objectivos da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável 2030. O evento contará com a presença, no dia 22 de setembro, no ISEG (Auditório Novo Banco), do Director Geral de Desenvolvimento e Cooperação OCDE, Jorge Moreira da Silva. A entrada é livre, porém sujeita a inscrição prévia a realizar até 20 de setembro 2017.

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NOVO WORKING PAPER CEsA/CSG AGO 2017 | INSTITUTIONS AND ECONOMIC GROWTH OF LANDLOCKED NATIONS – part of dissertation, de Subarna BASNET

O WP 156, da autoria de Subarna BASNET, apresenta um estudo sobre a relação entre as instituições e o crescimento económico, a partir do modelo de efeito aleatório crescente correlacionado empiricamente com a base do modelo quadrado mínimo comum combinado e dos modelos de suporte do modelo de efeito fixo e aleatório. Inclui um painel de equilíbrio de 134 nações por 16 períodos (2144 observações). Conclui que os países sem litoral e as instituições são variáveis importantes para o aumento da produção do país. Um país sem terras restringe mais o crescimento económico (em 36%) comparativamente com as nações sem litoral, contudo a estimativa do afastamento do centro para o mar mais próximo torna-se insignificante. Da mesma forma, um desvio padrão aumenta em nove variáveis institucionais individualmente, das dezassete variáveis, as estimativas variam de 3% a 9% com um desvio padrão do produto interno bruto variável dependente per capita.

Aceder ao WP aqui.

 

Nona cimeira dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) a decorrer em Xiamen, China

Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul estão reunidos desde domingo até terça-feira na cidade de Xiamen, China. O encontro anual acontece desde 2009 e no ano passado teve lugar em Goa. Juntos, os cinco países representam quase 40% do total da população mundial, cerca de 22% do produto bruto do planeta e mais de 25% do território. Este encontro está marcado por profundas convulsões internas dos países, nomeadamente Brasil, Rússia e África do Sul atravessam um período de crise económica que, no caso brasileiro, é agravado por uma crise política. Serão interessantes as conclusões que decorrerão do encontro.

_notícia completa aqui.

 

Relatório World Bank e ACNUR | FORCIBLY DISPLACED:Toward a Development Approach Supporting Refugees, the Internally Displaced, and Their Hosts

A crise dos/as refugiados/as sírios tem galvanizado a atenção para um dos principais flagelos do mundo actual: o deslocamento forçado em situação de conflito violento. O número total de refugiados e pessoas deslocalizadas à força, apurado em 65 milhões, continua a crescer. Este relatório, lançado pelo World Bank e produzido em estreita parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), descreve a realidade do deslocamento forçado como uma crise mundial de elevadas proporções com directas implicações no crescimento sustentável: 95% dos deslocados vivem em países em desenvolvimento e mais de metade estão em deslocamento há mais de quatro anos. O relatório sugere formas de reconstruir suas vidas com dignidade através do apoio ao desenvolvimento, com foco nas suas vulnerabilidades, como a perda de activos, a falta de direitos e oportunidades legais. Examina como é que é possível ajudar as comunidades anfitriãs na gestão da chegada súbita de um grande número de pessoas deslocadas e que estão sob pressão para expandir serviços, criar empregos e abordar problemas de desenvolvimento de longa data. À medida que o trabalho sobre um novo Pacto Global sobre a Criação de Responsabilidade para Refugiados progride, o relatório ressalta a importância das comunidades humanitárias e de desenvolvimento trabalharem em formas complementares para apoiar os países durante a crise, desde o fortalecimento da resiliência até à criação de soluções.

A versão online (gratuita) do relatório pode ser descarregada aqui.

 


 

 

Encontra-se publicado concurso para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia para Mestre para o CEsA-CSG/ISEG-ULisboa na área de Economia, com o apoio financeiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia/MCTES, através de fundos nacionais (PIDDAC) no âmbito do Projeto BGCT2017 CESA/UID/SOC/04521/2013, para apoio no desenvolvimento das suas actividades, quer no âmbito da gestão, quer de investigação específica dos seus membros. O período de candidatura decorre entre 24 de agosto a 6 de setembro de 2017 .

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Prémio de Jornalismo da Lusofonia. Candidaturas abertas até 15 de setembro 2017.

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CODESRIA/HEPI: "Higher Education Governance, Research and Policy in Africa" - Call for applications até 30 setembro 2017.

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