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palavras chave: responsabilidade social

A AFMP - Associação Fernão Mendes Pinto é uma instituição particular de solidariedade social, constituída em 1977, e reconhecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros como ONGD desde 1998. Com sede em Montemor-o-Velho, a associação tem como objectivos principais a prestação de serviços de segurança e solidariedade social, saúde e cuidados continuados, igualdade de género, desenvolvimento local e economia social, podendo igualmente desenvolver outras actividades de natureza educativa, formativa, recreativa, cultural, ambiental e desportiva que visem a promoção do bem-estar e da qualidade de vida dos cidadãos.

Com a alteração de estatutos em 1998, a AFMP passa a ter capacidade de envolver actores locais, nacionais e transnacionais na procura de respostas adequadas às necessidades da sociedade actual. Desta forma, a associação defende a promoção da participação das populações, a todos os níveis, trabalhando principalmente com públicos em situação ou risco de exclusão social. A sua actividade abrange o concelho de Montemor-o-Velho e concelhos limítrofes, nomeadamente, Figueira da Foz e Coimbra.

PROJECTOS

A AFMP dinamiza o Centro de Novas Oportunidades, aprovado no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) e executa acções de formação para adultos que permitem uma certificação escolar e profissional. O projecto Raízes I e II, realizado entre 2008 e 2011, está centrado no desenvolvimento de competências pessoais, sociais e pré-profissionais em contexto de formação da população. Já o programa Escolhas Múltiplas I e II (2006 a 2011) intervém no espaço escolar, familiar e comunitário tendo em vista a redução das taxas de insucesso e abandono escolar nas freguesias de Arazede e Liceia.

Já o projecto Tempus (2008 a 2010) tem como objectivo a promoção da igualdade de género e a prevenção da violência doméstica. A este nível pretende-se criar uma Rede Local de Intervenção no âmbito da violência doméstica. Destaca-se ainda o trabalho permanente realizado pelo Gabinete de Atendimento à Vítima em Montemor-o-Velho e simultaneamente as acções de natureza sócio-comunitária de prevenção do fenómeno da violência. Ainda no âmbito da igualdade de género, a AFMP realizou os projectos X e Y, Igualdade na Diferença I e II entre 2009 e 2010, através da formação de públicos estratégicos no domínio da igualdade de género (formação de formadores/as, técnicos/as sociais para o Atendimento à Vítima, profissionais de educação). Numa outra área, de forma a combater o desemprego e a exclusão de pessoas toxicodepentes, a associação lançou o projecto Futuros entre 2008 e 2010.

No que diz respeito à Cooperação para o Desenvolvimento, a AFMP criou o Centro Comunitário da Cidade das Neves em São Tomé e Príncipe. Em breve, iniciará um projecto de Cooperação em Cabo Verde nas Ilhas do Fogo e Santo Antão.

As fontes de financiamento da organização provêm essencialmente do Instituto da Segurança Social, do POPH – Programa Operacional Potencial Humano e de comparticipações familiares. Os relatórios de contas e actividades não estão disponíveis para consulta no site da instituição.

CONTACTOS

Rua Dr. José Galvão, nº 211 – Apartado 9

3140-853 Montemor-o-Velho

Telefone: 8+351) 239 687 170

Fax: (+351) 239 687 175

E-mail: geral@afmp.pt

BIBLIOGRAFIA
  1. AFMP, Departamento de Formação (2007) “Competir – Estudo Prospectivo das Necessidades e Modalidades de Formação dos Activo nos 3º Sector nos Concelhos de Montemor-o-Velho, Figueira da Foz, Soure” (POEFDS).
  1. AFMP, Departamentos de Assuntos Sociais (2005) “Publicação Plano Municipal de Igualdade de Género “Uma proposta para Montemor-o-Velho” e Glossário de Conceitos “De A a Z”, resultado do trabalho realizado no âmbito do projecto Mais Igualdade, Maior Desenvolvimento Melhor Democracia (POEFDS, 4431).

  2. AFMP, Departamento de Assuntos Sociais (2005)“Ciganos…Crónicas, Números e Histórias”, Projecto Entreculturas (POEFDS).

  3. AFMP, Divisão de Direitos e Igualdade, (2004) “Publicação 2 Reconciliate, no Rumo da Conciliação da Vida familiar e Profissional”, Estudo de casos (Grécia, Itália, Holanda e Portugal) sobre o ponto de situação das estratégias e medidas legais de conciliação entre a vida profissional e familiar.

  4. AFMP, Departamento de Formação (2004) “Colecção Cadernos Pedagógicos”, Centro de Recursos em Conhecimento (POEFDS).

  5. AFMP, Departamento de Assuntos Sociais (2003) “Active Social Policies. Impact and Evaluation”, Estudo comparativo realizado no âmbito do Projecto transnacional ASPIE (Comissão Europeia).

  6. AFMP, Departamento de Assuntos Sociais (2003) “Crianças e Jovens protegendo o futuro”, Estudo Comparativo realizado no âmbito do Projecto transnacional INEU (Comissão Europeia)

  7. AFMP, Departamento de Assuntos Sociais (2002) “Um Olhar sobre o Rendimento Mínimo Garantido”, Estudo Comparativo realizado no âmbito do Projecto transnacional InclusioNET (Comissão Europeia)

  8. Alfredo Pinheiro Marques (2002) “Fernão Mendes Pinto”, Casa-Museu Infante Dom Pedro e Associação Fernão Mendes Pinto.

  9. José Pires de Azevedo (2002) “Afonso Duarte Obra Poética I”, Casa-Museu Infante Dom Pedro, Câmara Municipal de Montemor-o-Velho e Associação Fernão Mendes Pinto.

  10. AFMP, Divisão de Direitos e Igualdade (2001) “Guia de Recursos/Antologia Bibliográfica”, realizada no âmbito do Projecto Transnacional Um Passo Para a Igualdade (Comissão Europeia).

  11. AFMP, Divisão de Direitos e Igualdade (2001) “Publicação Violência Entre Laços”, resultado da investigação realizada no âmbito da violência doméstica, sistematiza os resultados obtidos agrupados em três campos de análise: a dimensão e caracterização do fenómeno no território de intervenção dos parceiros; as medidas legislativas e metodologias dos diferentes territórios e boas práticas neste campo de intervenção.

  12. Centro de Estudos do Mar (1999) “ Homenagem ao Professor Charles Ralph Boxer, Associação Fernão Mendes Pinto (ADELO)

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palavras chave: a determinar

a determinar

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palavras chave: a determinar

a determinar

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palavras chave: formação, inclusão social, inserção profissional

A associação Agir XXI é uma associação vocacionada para a inclusão social, através da promoção da inserção e integração de indivíduos, famílias e grupos em risco de exclusão social, recorrendo a estratégias de intervenção comunitária. Criada em 2000 em Lisboa, a associação tem vindo a proporcionar apoio psicossocial e a criar condições para uma efectiva inserção na comunidade através da formação em língua Portuguesa, alfabetização, iniciação à informática e cursos técnico-profissionais adequados às necessidades do mercado de trabalho. Desenvolve ainda acções de prevenção, tratamento e encaminhamento na área da saúde, nomeadamente, na área do stress pós-traumático e assegura o funcionamento de um gabinete de orientação escolar e vocacional.

Na área da Cooperação para o Desenvolvimento, executa e apoia programas de de cariz social, cultural, ambiental, cívico, educativo e económico, nos países em desenvolvimento, designadamente através de acções de assistência humanitária; ajuda de emergência e protecção e promoção dos Direitos Humanos.

A sensibilização da opinião publica para a necessidade de um relacionamento cada vez mais empenhado com os países em desenvolvimento é outra das áreas de actuação da Agir XXI, bem como a promoção da educação, uma vez que a valorização e qualificação profissionais são factores imprescindíveis para o desenvolvimento integral da comunidade das sociedades e para a existência e o reforço da paz. A associação desenvolve ainda actividade no domínio social, cultural, ambiental, cívico, económico, educativo e formativo, entre outros, nas áreas do ensino, educação e cultura e na qualificação, emprego e formação profissional

PROJECTOS

Desde a sua formação que a Agir XXI tem promovido o ensino da língaua portuguesa como componente prática virada para as necessidades quotidianas da população. Também tem desenvolvido projectos de formação profissional para a integração no mercado de trabalho de indivíduos maiores de 18 anos em situação de risco e programas de acesso à aprendizagem das novas tecnologias.

Na área da sensibilização, a Agir XXI tem desenvolvido acções de prevenção, tratamento e encaminhamento nos cuidados de saúde primários, nomeadamente nas áreas das doenças sexualmente transmitidas e do stress pós-traumático.

Actualmente, a associação mantém o GIP – Gabinete de Inserção Profissional que apoia jovens e adultos desempregados na definição ou desenvolvimento do seu percurso de inserção ou reinserção no mercado de trabalho, em estreita cooperação com o Centro de Emprego de Picoas. Dinamiza também as Oficinas de Costura, um espaço de conhecimento e aprendizagem das actividades relacionadas com a costura. O objectivo principal é a inclusão social dos utentes, através da aprendizagem de uma actividade profissional. No seguimento desta actividade, a associação tem desenvolvido a área da confecção simples de vestuário, artigos de decoração e arranjos de costura.

Através do programa POPH – Programa Operacional do Potencial Humano, a Agir XXI promove formações nas áreas da “Cidadania e Globalização”, “Saúde e Socorrismo”, “Atendimento Personalizado”, “Psicologia da Velhice”, entre outras.

FINANCIAMENTO

Os principais financiadores da organização são a Câmara Municipal de Lisboa, através da cedência de Instalações, o IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional que financia o GIP, a Junta de Freguesia de Marvila que faz a divulgação das acções, o POPH – Programa Operacional do Potencial Humano, o Fundo Social Europeu e, por fim, a Microsoft, na área da Responsabilidade Social.

A associação não dispõe de site próprio, logo não tem disponíveis online os relatórios de contas e actividades.

CONTACTOS

Rua Vale Formoso de Cima, nº 47

1950-265 Lisboa

Telefone: +(351) 218 380 003

Fax: (+351) 218 595 421

E-mail: info@agirxxi.pt/agirxxi@hotmail.com

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palavras chave: Guiné-Bissau, solidariedade

A AGPD nasceu em 1999, um anos após o conflito político/militar na Guiné-Bissau. A criação da associação teve origem em Lisboa, no seio de guineenses na sua maioria refugiados do conflito, apoiados por outros concidadãos residentes em Portugal e que procuravam, quer na Guiné-Bissau quer no estrangeiro, uma solução pacífica para a guerra civil bem como os meios para eliminar ou reduzir os efeitos nefastos do conflito junto da população em particular e para a recuperação do país.

Sediada em Lisboa, a organização foi reconhecida como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros em 2002.

Desde a sua criação que se tornou objectivo contribuir para a promoção e defesa da democracia participativa, alternância no poder, tolerância política e, a defesa da real separação de poderes na Guiné-Bissau. Além disso, através de acções específicas, procura promover a participação da população guineense no incremento de um desenvolvimento sustentável com base em princípios e métodos democráticos.

Para a realização destes objectivos, a AGPD intervém em áreas como a educação e formação, pois acredita que através da instrução – ao nível cívico e profissional – da população guineense é possível elevar a qualidade democrática do país; a Educação para o Desenvolvimento, realizando programas de informação e esclarecimento (conferências, debates, mesas redondas e reuniões em “tabancas” e bairros de capitais regionais) e a sensibilização da opinião pública sobre os problemas e desafios do futuro da Guiné-Bissau. No que diz respeito à Cooperação para o Desenvolvimento, a AGPD apoia programas de desenvolvimento nas áreas da agricultura, indústria, saúde, turismo e inserção social.

CONTACTOS

Rua Clemente Vicente, 9 R/c Dafunto

1495-716 Algés

Telefone: (+351) 214 145 641

Fax: (+351) 214 145 643

E-mail: geral@agpd-guinebissau.org

Site: www.agpd-guinebissau.org

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: agricultura, alimentação, educação, Guiné-Bissau

A associação Água Triangular surgiu em Fevereiro de 1993 e, desde 2000, é reconhecida como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. A sua sede localiza-se em Aveiro. A agricultura, a alimentação, o saneamento e o ensino são as quatro principais áreas de actuação da instituição.

PROJECTOS

Um dos projectos pioneiros da Água Triangular foi o projecto Geminal – Cooperação, Desenvolvimento e Solidariedade. Actualmente, desenvolve uma rede de armazéns de produtos secos (arroz, mancarra, alfarroba, milho, etc..) na Guiné-Bissau, tem como finalidade a exportação a curto prazo. Ainda na Guiné-Bissau, mais concretamente em Bambadinca, dinamiza o projecto Macareu – Unidade de Piscicultura em Bambadinca (Guiné-Bissau), onde é produzido peixe em cativeiro, em regime semi-intensivo nos mesmos moldes que se pratica em Aveiro, para consumo local e repovoamento dos espaços interiores. O objectivo a médio prazo é exportar para países vizinhos. Para apoiar as unidades de piscicultura, muliscicultura e pesca artesanal, está em curso o programa Unidade Pilha Fria, que produz água, gelo e energia para as restantes unidades.

Na área da educação, a Água Triangular tem o projecto Escola do Amanhã (Guiné-Bissau), instalada num edifício que alberga ensino formal – básico e secundário – e não formal – com aproximação à formação profissional.

A principal fonte de financiamento são os associados. A Água Triangular não dispõe de site próprio e, consequentemente, não tem disponíveis online os relatórios de actividades e financeiros.

CONTACTOS

Rua Santa Maria da Feira

53 Cave D - Santiago

3810-166 Aveiro

Telefone: (+351) 234 347 882

Telemóvel: (+351) 966 051 811

E-mail: agua.triangular@netvisao.pt

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palavras chave: Moçambique; Maputo; PUMAP; Bairros; educação; Apoio ao Desenvolvimento

A AHEAD - Associação Humanitária para a Educação e Apoio ao Desenvolvimento foi fundada em 2007 pelos criadores e antigos participantes do Programa de Universitários em Maputo (PUMAP), programa criado na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (UNL), tendo vindo a ser reconhecida como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. Está sediada em Lisboa.

A organização tem como missão a concepção, promoção, execução e apoio a programas e projectos nas áreas educacional, social, cultural, cívica e económica. O objectivo principal é dar continuidade a programas já criados, assim como desenvolver novos programas e projectos no âmbito da sua missão, dentro e fora de Portugal. Actualmente, a AHEAD actua na área da educação, formação e apoio ao desenvolvimento.

PROJECTOS

Da iniciativa de alunos da UNL surgiu o PUMAP, um projecto inovador de voluntariado educacional que se realiza desde 2005 e que pretende defender a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável através de acções concretas junto da sociedade moçambicana, através do ensino universitário, apoio a instituições de caridade e lançamento de debates com foco no desenvolvimento económico-social.

O programa Bairros desenvolve acções de apoio escolar e de integração social (e.g., explicações, actividades de tempo livre), dirigidas a jovens em idade escolar, em bairros problemáticos, tendo em vista a reintegração social das classes mais desfavorecidas. De momento, actua apenas no bairro da Boavista, porém, tendo em conta o número de voluntários, poderão ser exploradas oportunidades noutros bairros.

Numa outra vertente, a AHEAD lançou o programa Research que visa apoiar a investigação em áreas como a saúde, a economia, a gestão e a sociologia. O objectivo é facultar maior e melhor compreensão de diferentes realidades e promover reflexões sobre temas relevantes no âmbito do desenvolvimento social.

O IPJ – Instituto Português da Juventude, a Reitoria da UNL, e as faculdades de Economia e de Ciências Sociais e Humanas da UNL são os principais financiadores da associação. Os relatórios anuais de actividades e contas podem ser disponibilizados a quem os solicitar por e-mail.

CONTACTOS

Apartado 3550

EC Palácio da Justiça (Lisboa)

1081-501 Lisboa

E-mail: ahead@ahead.org.pt

Site: www.ahead.org.pt

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palavras chave: aid, quality, effectiveness, development
INTRODUCTION

The effectiveness of aid measures in which aid contributes to the development of a country involved in the cooperation. The countries of the so-called ''donors'', embark on a program of cooperation with the countries that have some difficulties, or who are in developing countries called ''Beneficiaries''. The cooperation takes place through different types of aid. The humanitarian aid that is when it comes to reacting to a crisis (which is a conflict or a natural disaster caused by man). Aid through development policies, which does not consist only in providing drinking water or decent roads, but also the trade is utilized as a tool for development. So you open up markets to exports from poor countries and encouraged them to trade more with each other. More than half the money spent to help poor countries prviene by the European Union and by its member countries. The European Union is the largest donor in the world.

THE DEBATE

Aid effectiveness is a subject in which it is already a debate for over 10 years. There are now several schools of thought, certain contrary, certain to please. Analysts such as Friedman, Bauer or Easterly, have launched violent criticisms, arguing that the aid was in charge of state bureaucracies, the perpetuation of poor governance, enrichment of the ruling classes in poor countries, or were simply a waste. While the other hand, another school of thought argues that these arguments, even if partly true, are exaggerated. Sachs, Stiglitz, Stern and others have noted that although in some cases the aid has failed, in some countries has been able to sustain growth and poverty reduction and avoid other performance worse. These analysts argue that many weaknesses of this instrument is to be attributed more to the donor countries and the beneficiary. Since most of the aid is given to political allies and not used to support the development.

Some of these figures as Sachs, are supporting an instrument (Human Respons Index) independent, which is in charge of identifying and promoting good practices of donors contributing to greater transparency, accountability and impact in humanitarian actions. HRI is supported by the largest humanitarian organizations (such as OCHA, IFRC and UNHCR) and some of the largest universities like the University of Bonchum and Columbia University. From any of the relationships DARA, we understand that the nineties to now there have been major changes in the humanitarian level especially. Humanitarian aid would become much more effective, more efficient, rigorous, functional. The operators have grown professionally and organizations also are improved in the logistics and management. There has been a very positive evolution, however, were some problems to be solved and some negative trends. As often happens in these cases, the greatest enemy is the policy, are governments, with their inconsistency and inability of the political system to consider humanitarian aid as a moral obligation first, that invests at all levels, from the political to the operational level.

CONCLUSIONS

The intense pessimism on aid effectiveness expressed by some analysts appears to be exaggerated and based on analysis wrong: there is a positive causal relationship between aid and growth to growth. At the same time, it is not possible to conclude that aid has always worked or who can not work better. There are many countries that have received large amounts of aid have stagnated or worse, and much aid has been wasted, stolen, or otherwise used to support countries with poor governance. The evidence suggests, however, that aid aimed at growth in media really led to an increase of growth itself. Aid has helped to sustain growth in Mozambique and Uganda over the past decade, policies and institutions were far from ideal, and have had an important role in stabilizing Sierra Leone after the suspension of hostilities. Aid has helped to sustain growth and poverty reduction in Indonesia during the Suharto regime, even in the seventies and eighties, when the institutions were weak, corruption was a problem and the policies were less than ideal. Finally, the policy discussions should not only focus on how to determine the limits of the aid on growth but rather on how these limits can be extended and how aid could be made even more effective in sustaining growth and development.

REFERENCES

S. Radelet, M. Clemens, R. Bhavnani, "Counting Chickens When They Hatch: the Short-Term Effect of Aid on Growth", Center for Global Development, Working Paper 44/2004. ォFinance and Developmentサ, 3/2005.

Humanitarian Response Index - DARA

www.integrita.sspa.it

J. Isham, D. Kaufmann, L. Pritchett, "Governance and Returns on Investment: An Empirical Investigation", World Bank Policy Research Working Paper 1550/1995.

AUTORIA

Daniel Duranstati

Aluno Erasmus, Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Desenvolvimento e Cooperação Internacional, da licenciatura em Administração Pública, da Universidade de Aveiro

artigo
palavras chave: Educação para o Desenvolvimento, Cooperação, Moçambique, voluntariado

A AIDGLOBAL surge de uma experiência de voluntariado em Moçambique, no Orfanato das Irmãs de Nossa Senhora da Encarnação, em Conhane, no qual foi dinamizada uma ludoteca, em Agosto de 2005. Inspirada por esta experiência, foi constituída como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), com sede em Loures, que se caracteriza por ser um espaço aberto e dinâmico, congregando diferentes recursos e meios oriundos da conjugação de esforços de pessoas singulares, de individualidades e ainda de instituições públicas e privadas. Em Dezembro de 2008 foi reconhecida como ONG pelo MNE de Moçambique, o que lhe permitiu criar uma delegação no país, inaugurada em Julho de 2009.

A actuação da AIDGLOBAL na sua relação com os distintos agentes envolvidos na/com a organização, rege-se pelo respeito pela diversidade, cultura e valores dos indivíduos e comunidades beneficiárias dos projectos, pelo conhecimento das realidades e diagnóstico participativo das necessidades e pela promoção do trabalho em rede e estabelecimento de parcerias assentes no envolvimento, capacitação e responsabilização. No relacionamento com os doadores, pauta-se pelo rigor e transparência na utilização dos fundos e pela disponibilização de informações sobre a forma de aplicação dos donativos.

Tem como objectivo promover diferentes formas de acção e de integração nas áreas de Cooperação para o Desenvolvimento, Educação para o Desenvolvimento e Voluntariado, visando o bem-estar das populações e a promoção de uma cidadania global, justa e inclusiva, em Portugal e nos países lusófonos.

PROJECTOS

No que diz respeito à Cooperação para o Desenvolvimento, a AIDGLOBAL lançou em 2007 uma campanha de recolha de bens, para enviar para o Orfanato "Casa Emanuel", na Guiné-Bissau, tendo resultado na recolha de cerca de 100 volumes com material escolar, de higiene e mobiliário. Um ano mais tarde, no âmbito do projecto de recolha de livros para equipar a primeira Biblioteca Municipal da Cidade de Xai-Xai, foi possível contribuir com livros técnicos para a biblioteca da Universidade Colinas de Boé.

Em Moçambique, a AIDGLOBAL dinamizou um projecto de construção de um furo de água hídrico cujo principal objectivo é servir cerca de 250 pessoas. Desde o início da sua actuação em Moçambique, a organização tem privilegiado o trabalho na área do acesso ao livro e à informação e da promoção da leitura, crente da sua importância para o desenvolvimento das comunidades e a superação do ciclo da pobreza. Foi responsável, desde 2006, pela entrega de 15.739 livros em seis diferentes bibliotecas, pela formação de recursos humanos em técnicas de catalogação e pelo equipamento de quatro dessas bibliotecas com computadores e impressoras. A sua actuação tem sido realizada essencialmente nos municípios de Xai-Xai e Chibuto, através do apetrechamento de bibliotecas e fonotecas, e de projectos de info-inclusão, através da formação em novas tecnologias. Tem também em curso o projecto Mulheres do Chimundo Unidas para o Trabalho e para a Saúde que visa reduzir os níveis de pobreza e de dependência de 30 mulheres do Bairro do Chimundo, em situação de grande vulnerabilidade social, através de actividades geradoras de rendimento e da disseminação de informação sobre VIH/SIDA, seus impactos na empregabilidade e a sua interligação com a nutrição e a segurança alimentar.

Em 2009, dinamizou o seu primeiro projecto de Voluntariado para a Cooperação de curta duração, sob o lema “Nyumba-Kaya é o Mundo”, ou seja, “A Casa é o Mundo” (http://nyumbakaya2009.blogspot.com/), para acompanhamento de projectos de Educação nos municípios onde intervém.

Recentemente, a AIDGLOBAL ganhou um concurso lançado pela UNESCO no âmbito do programa CapEFA – Desenvolvimento de Capacidades no contexto da Educação para Todos em Moçambique, onde terá de implementar um projecto-piloto sobre a introdução de Bibliotecas Itinerantes no programa de Alfabetização e Educação de Adultos. O principal objectivo, deste programa que termina em Fevereiro de 2011, é criar ambientes propícios à literacia em 10 comunidades seleccionadas, através da capacitação em gestão de bibliotecas, promoção da leitura e mobilização de recursos bibliográficos e criação de bibliotecas itinerantes.

Este programa surge no seguimento de diversas acções que a AIDGLOBAL tem levado a cabo em Moçambique como o projecto “Um passaporte para a leitura” para a criação de uma rede de bibliotecas e incentivo à leitura na província de Gaza, ou a capacitação do Centro Comunitário de Chimundo de forma a melhorar o acesso à educação daquela comunidade.

A partir das experiências de promoção da educação levadas a cabo em Moçambique, a AIDGLOBAL foi convidada a intervir na Ilha de Santiago, assinalando o início de uma relação de cooperação com Cabo Verde.

Através do programa “Embaixadores da leitura”, a organização incentiva a população portuguesa a apoiar a criação e equipamento das bibliotecas de Moçambique, através de donativos. Na área do voluntariado, a AIDGLOBAL promoveu, em 2010, a primeira edição do projecto “TU – Voluntário”, que alia o turismo comunitário e responsável com o voluntariado.

No que diz respeito às fontes de financiamento, a AIDGLOBAL conta com o apoio de várias empresas ao abrigo da lei do mecenato, além de parcerias com a Casa Pia de Lisboa e a Câmara Municipal de Loures. Também o IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento é umas das instituições financiadores, bem como outras instituições de Cooperação Internacional. Os relatórios de actividades e contas dos últimos anos são facilmente acedíveis no site da instituição, bem como o relatório de actividades do ano decorrente.

CONTACTOS

Rua de Moscavide, 4.71

1998-011 Lisboa

Telefone e Fax: (+351) 218 946 028

Telemóvel: (+351) 960 486 838

E-mail: geral@aidglobal.org

Site: www.aidglobal.org

artigo
palavras chave: agricultura, desenvolvimento, Moçambique

A AJAP é uma organização privada sem fins lucrativos e reconhecida como entidade de utilidade pública criada em 1983. Desde 1995 que está registada como ONGD no Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Localizada em Lisboa e com delegações permanentes, desde 1996, em Bruxelas e a partir de 1997 em Moçambique, a organização foi criada para dar resposta a duas questões fundamentais: consciencializar os empresários agrícolas para a importância do movimento associativo e representar os jovens agricultores portugueses, entre os 18 e os 40 anos, a nível nacional e internacional. Na área da Cooperação para o Desenvolvimento tem como objectivo específico contribuir para a criação e incremento de estruturas e sistemas que permitam a vigência de um sistema de desenvolvimento sustentável e duradouro nos PALOP.

A AJAP participa activamente na discussão, concertação e reflexão dos problemas dos jovens agricultores em particular e dos agricultores em geral, dando um importante contributo para dinamizar o espaço rural, no qual a agricultura ocupa lugar de destaque. Ao longo das últimas décadas, a instituição articula a sua actividade com um vasto conjunto de entidades estabelecendo protocolos de cooperação com outras organizações e/ou empresas de todos os sectores de actividade. Com os países lusófonos, a actuação da AJAP baseia-se na partilha de experiências, na valorização dos recursos humanos locais e na transferência de know-how.

PROJECTOS

A nível comunitário, a AJAP está associada a várias organizações europeias. Em 2002, participou na preparação e divulgação de um projecto pedagógico denominado “Missão Tellus” como forma de proporcionar a descoberta da agricultura às crianças a nível preparatório.

Através da sua delegação permanente em Maputo, a organização tem também desenvolvido uma série de actividades no país, nomeadamente negociações com entidades nacionais e internacionais com vista à criação de mecanismos que facilitem a instalação de jovens agricultores em Moçambique; apoio logístico e informativo sobre oportunidades de negócio e, em articulação com entidades moçambicanas, proporcionar o contacto entre jovens agricultores portugueses e de Moçambique, de forma a estimular um trabalho de parceria entre os dois países.

Também na Guiné-Bissau, a AJAP tem estabelecido diversos acordos de cooperação na área da agricultura, desde 2000, ano em que organizou a primeira missão empresarial ao país. Desde então, a instituição tem apoiado o investimento de jovens agricultores portugueses no terreno, nomeadamente através da concessão gratuita de terrenos próprios para cultivo até ao limite de 30 hectares.

Os seus principais financiadores são organizações de cúpula europeias, o Ministério da Agricultura português e várias empresas privadas. Os relatórios de actividades e contas não estão disponíveis no site da instituição.

CONTACTOS

Rua D. Pedro V, 108 – 2º Andar

1269-128 Lisboa

Telefone.: (+351) 213 244 970

Fax: (+351) 213 431 490

E-Mail: ajap@ajap.pt

Site: www.ajap.pt

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palavras chave: paz, justiça, igualdade, mulheres, desenvolvimento

A AJPaz – Acção para a Justiça e Paz foi registada formalmente em1986, e foi reconhecida como ONGD apenas em 2001. A sua sede está localizada na Granja do Ulmeiro, concelho de Soure. É uma associação que tem por objectivo construir uma cultura de paz, baseada no respeito pelos direitos de todas as pessoas, na democracia paritária, inclusiva e participativa, na justiça cognitiva e social e num ambiente saudável capaz de dar e preservar a vida. Para atingir esta finalidade a AJPaz propõe como objectivos a construção de uma cultura de paz e pensar alternativas económicas e solidárias; reinventar os papéis e as relações sociais para que a paridade e a igualdade co-existam como direito à diferença e desconstruir as lógicas patriarcais de naturalização e de legitimação da violência, nunca esquecendo alguns dos valores que estão inerentes à sua actuação e princípios pelos quais a associação se rege, tais como a paridade, a não-violência, a não-vitimização, a democracia e a emancipação, o gosto pela diversidade e a sustentabilidade social e ambiental.

De forma a atingir os objectivos pelos quais se orienta a AJPaz produz actividade na área da Educação e Formação de Pessoas Adultas, utilizando como principal metodologia a educação não formal, sobretudo no âmbito da Educação para o Desenvolvimento, Educação para a Cidadania e Igualdade de Género. Outra área de trabalho relevante na actuação da AJPaz é as Economias Sociais e Solidárias, procurando implementar nas comunidades e territórios economias locais em escala de proximidade, disso são exemplo os Mercados Solidários e a Mercearia Solidária.

Todas as intervenções são sempre fundamentadas e sobretudo passíveis de serem disseminadas por isso apostamos na produção e disseminação de conhecimento com base nas práticas desenvolvidas. Estas áreas de trabalho e actuação apenas fazem sentido quando é complementado com as redes e plataformas de nível nacional e internacional, intercambiando pessoas, métodos e ideias a níveis local, regional, internacional, transnacional, transcontinental.

PROJECTOS

A AJPaz promove neste momento diversas intervenções comunitárias, espelhadas nos seus projectos que se denominam: Elas no Norte e no Sul – as mulheres no desenvolvimento, o Lés a Lés – solidariedade glocal, o Líder@: dinâmicas de sustentabilidade local lideradas por mulheres, a Mercearia Solidária, e ainda acções de formação e programas vocacionados para a juventude. O projecto Elas no Norte e no Sul é um projecto de Educação para o Desenvolvimento dirigido a mulheres do concelho de Soure. Desde 2008 que a iniciativa promove a criação de espaços para a participação desse grupo no desenvolvimento local, com a colaboração de mulheres de Angola, Brasil, Guiné-Bissau e Moçambique.

Também o projecto Líder@ pretende reforçar estratégias locais de promoção da igualdade de género e de capacitação das mulheres no meio local, com a implementação Mercados Solidários nas comunidades onde as Mulheres são líderes. Já o Lés a Lés visa promover no concelho de Soure práticas de Desenvolvimento Sustentável, trabalhando para tal em parceria com autarcas e autoridades locais, dirigentes de associações de desenvolvimento local, empresários e jornalistas, entre outros grupos de intervenção.

Na mesma linha, o projecto Mercearia Solidária assenta nos pressupostos das economias solidárias, contribuindo para a sustentabilidade do concelho de Soure e para a promoção do empreendedorismo, nomeadamente de iniciativa das Mulheres.

Além destes projectos, para a associação, que é reconhecida como uma entidade formadora, a formação é um eixo central na sua orientação estratégica, capaz de gerar rendimentos no território.

Os seus principais financiadores são o POPH – Programa Operacional Potencial Humano, o QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional, o IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento e os apoios pontuais da Fundação EDP e IPJ – Instituto Português da Juventude. Apenas os relatórios de actividades, correspondentes a 2007 e 2008, estão online no site da instituição. Não há registo de relatórios de contas.

CONTACTOS

Rua de São João, n.º 10

3130-080 Granja do Ulmeiro

Telefone: (+351) 239 642 815

Fax: (+351) 239 642 816

E-mail: ajp@ajpaz.org.pt

Site: www.ajpaz.org.pt

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palavras chave: a determinar

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palavras chave: ajuda humanitária, solidariedade, apoio ao desenvolvimento, Guiné-Bissau

A Ajuda Amiga foi criada por um grupo de antigos combatentes que estiveram na Guiné, encontra-se registada e reconhecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros desde 2008 como ONGD - Organização Não Governamental para o Desenvolvimento, e possui o estatuto de Pessoa Coletiva de Utilidade Publica. Tem um escritório em Paço de Arcos, sede e um armazém no Concelho de Sintra.

De acordo com os estatutos, o objetivo da Associação é o de apoiar o desenvolvimento económico e social de populações carenciadas. A sua área de intervenção prioritária é o ensino. Possui três programas de intervenção: Ajuda à Formação Profissional, Ajuda ao Ensino e à Cultura e Ajuda à Infância e à Terceira Idade.

PROJECTOS

As suas intervenções estão focalizadas na Guiné-Bissau e em Portugal, através de projetos que envolvem angariação de bens e a sua distribuição, realização de ações de formação de curta duração, palestras, workshops, construção e manutenção de escolas, bibliotecas, poços, etc.

Desde 2008 até 2016 a Ajuda Amiga enviou para a Guiné-Bissau 144,6 t de bens, entre os quais 201.000 livros. Membros da Ajuda Amiga deslocam-se a expensas próprias para acompanharem a distribuição dos bens.

A Ajuda Amiga decidiu que a partir de 2017 a sua atividade de envio de bens para a Guiné-Bissau seria reduzida, e que a sua atividade principal seria a melhoria e construção de infraestruturas ligadas ao ensino e à cultura, como escolas e bibliotecas.

Em Portugal o apoio aos mais necessitados é feito através da doação de bens de forma indireta, numa colaboração com outras instituições com idênticos objetivos. Estas parcerias existem igualmente na Guiné-Bissau, o que permite à Ajuda Amiga uma melhor logística e a criação de sinergias.

A Ajuda Amiga não possui funcionários, todos os seus colaboradores são voluntários. Na Guiné-Bissau e em Portugal voluntários carenciados ajudam e são ajudados.

Os principais financiadores da Ajuda Amiga são os seus sócios e doadores.

No que diz respeito a informações sobre a Ajuda Amiga, no seu site estão disponível o relatório financeiro e o relatório de atividades, notícias com fotos, vídeos, textos, etc.

CONTACTOS

Rua do Alecrim, 8, 1.º Dto.

2770-007 Paço de Arcos

Telemóvel: (+351) 937 149 143

E-mail: ajudaamiga2008@yahoo.com

Site: Ajuda Amiga

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palavras chave: a determinar

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palavras chave: cooperação para o desenvolvimento, educação, formação

Constituída em Julho de 1995 e com sede no concelho de Oeiras desde 1997, a Ajuda Internacional é uma ONG de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, vocacionada para acções de Cooperação para o Desenvolvimento e Ajuda Humanitária, em especial nos PALOP e acções na área do Emprego e da Formação profissional.

PROJECTOS

Desde a sua formação, que a Ajuda Internacional tem a funcionar uma Unidade de Inserção de Jovens na Vida Activa, em colaboração e sob a orientação do Instituto do Emprego e Formação Profissional. Através desta acção, tem promovido a inserção de jovens desempregados ou à procura do primeiro emprego no mercado do trabalho, assim como realizado acções de formação diversas em parceria com outras entidades públicas e privadas, nomeadamente com a Câmara Municipal de Oeiras. No mesmo sentido, de 1999 a 2008, foi desenvolvido o programa “Clube de Emprego” e, em 2003, o projecto de formação aberta e a distância orientada para públicos desfavorecidos e info-excluídos.

Na área da Cooperação para o Desenvolvimento, a instituição instalou seis espaços culturais de língua portuguesa na Guiné-Bissau e em Cabo verde, equipados com biblioteca, ludoteca, sala de computadores e audiovisual. No que diz respeito à Ajuda Humanitária, a Ajuda Internacional tem enviado nos últimos anos para Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe várias toneladas de material (medicamentos e consumíveis farmacêuticos, livros e material escolar, equipamentos vídeos e computadores).

Os principais financiadores da organização são o IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, o Instituto Camões e o Instituto Português da Juventude. A Ajuda Internacional não dispõe de site próprio (apenas um blogue) e, por essa razão, não estão disponíveis os relatórios de actividades e contas da associação.

CONTACTOS

Rua Augusto Nobre, nº 2-B

2795-584 Carnaxide

Telefone: (+351) 214 180 767

Fax: (+351) 214 180 767

E-mail: ajudainternacional@gmail.com

Blogue: www.ajudainternacional.blogspot.com

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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