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palavras chave: cultura portuguesa, monarquia

A Fundação Dom Manuel II foi criada em 1968 pela Senhora Dona Augusta Victória, viúva de sua Majestade El-Rei Dom Manuel II. O actual presidente da Fundação Dom Manuel II é o chefe da Casa Real Portuguesa, o Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, por designação da fundadora, a Rainha Dona Augusta Victória.

É uma instituição particular, sem fins lucrativos, de assistência social e cultural, com acções no território português, nos países lusófonos, e nas comunidades portuguesas em todo o mundo. Tem carácter perpétuo e é dotada de personalidade jurídica.

Ao longo do seu percurso, a Fundação Dom Manuel II tem desenvolvido projectos com diversas instituições e organismos portugueses e internacionais como a Dempo Foundation, AMI, Fundação Sousa Pedro, Diocese de Baucau, Diocese de S. Tomé e Príncipe, Fundação Oureana, Fundação Aljubarrota, Premio Infante Dom Henrique, The Bamboo Foundation, entre outras. A sua sede localiza-se em Lisboa.

Desde a nomeação do Duque de Bragança a presidente da instituição em 1983 que a Fundação Dom Manuel II alargou o seu âmbito de actuação dedicando-se sobretudo à preservação dos laços culturais entre Portugal e os países lusófonos.

As primeiras iniciativas forma desenvolvidas pelo Instituto Dom Manuel II que ministrou diversos cursos de formação profissional e desenvolveu projectos de investigação cientifica na Guiné-Bissau. Mais tarde multiplicaram-se as iniciativas em Timor, Cabo Verde, Angola, Guiné, Moçambique, a Índia de expressão portuguesa bem como nas comunidades portuguesas emigradas no estrangeiro.

Em breve, a fundação espera contribuir de um modo mais significativo para a difusão da Língua Portuguesa no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, assim como noutros sectores de grande interesse para os seus países membros.

PROJECTOS

Em África, a fundação tem desenvolvido projectos na área da educação, com o intuito de promover a cultura portuguesa e a literacia. Prova disso foi a abertura de uma biblioteca na Diciose de Luanda, em Angola, e Porto Amélia e Maputo, em Moçambique. Ainda em Angola, na área do Ambiente, a fundação desenvolve um projecto de arquitectura ecológica e economicamente sustentável, em colaboração com a Fundação Sousa Pedro. Já na Guiné-Bissau prepara uma acção no campo do desenvolvimento da agricultura tradicional e da protecção ambiental em colaboração com a ONG guineense AD – Acção para o Desenvolvimento.

Na província de Cabinda, foi feita uma oferta de tipografia e promovido um curso de artes gráficas. Na mesma região, em colaboração com a Diocese de Évora, foram enviados 10 contentores de bens de primeira necessidade.

Na área social, a Fundação Dom Manuel II criou em São Tomé e Príncipe um centro social e apoio à infância e uma escola de formação profissional na ilha do Príncipe.

No continente americano, a fundação tem actuado na promoção e preservação da cultura portuguesa junto das comunidades emigrantes, nomeadamente nos Estados Unidos da América e no Canadá.

A Oriente, a fundação criou bibliotecas e escolas em língua portuguesa na Índia – Goa e Diu – e em Timor-Leste. Ainda em Timor, está a promover um projecto de desenvolvimento rural e protecção ambiental integrado nas realidades sociais e económicas actualmente existentes no país, em cooperação com a Bambu Foundation de Bali, Indonésia, e associações locais. Além disso, apoia periodicamente as dioceses de Díli e Baucau.

Em Portugal, tem desenvolvido a sua acção na preservação da memória de Dom Manuel II, através da organização de palestras, conferencias e debates e da celebração de datas comemorativas da monarquia.

A Fundação Dom Manuel II tem apoiado financeiramente diversas instituições portuguesas como Banco Alimentar Contra a Fome, Albergues nocturnos de Lisboa, Residência de Idosos de Campolide, Casa de Protecção de Mães Solteiras de Santo António, Lar da Freguesia de Nossa Senhora das Mercês, Leigos para o Desenvolvimento, Prémio Infante Dom Henrique, Obra do Padre Gregório, Província Portuguesa da Companhia de Jesus, Fundação Cardeal Cerejeira, Ordem Soberana de Malta, Jornal Cruz Alta e Fundação Frei Manuel Pinto da Fonseca.

Os relatórios de contas e de actividades não estão acessíveis no site da instituição.

CONTACTOS

Rua dos Duques de Bragança, 10

1200-162 Lisboa

Telefone / Fax: (+351) 213 423 705 / 213 420 225

E-mail: fdommanuel@portugalmail.pt

Site: www.fdommanuel.org

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: ajuda humanitária, prevenção de desastres e catástrofes

A Fundação Focus Assistência Humanitária (FOCUS) é uma agência internacional de ajuda de emergência que proporciona meios de auxílio e assistência durante e a seguir a uma situação de calamidade natural ou provocada pelo homem, incidindo essencialmente sobre as famílias mais vulneráveis. Criada em 1995 e registada como ONGD de pessoa colectiva de utilidade pública, a FOCUS tem sede no Centro Ismaili, em Lisboa. É uma fundação afiliada da Rede Aga Khan para o Desenvolvimento e as iniciativas são inspiradas nas tradições de uma fé construída em torno da ética, da compaixão e do cuidado por aqueles que mais necessitam.

Através da sua intervenção, a Focus procura proporcionar auxílio, avaliando as necessidades imediatas dos que foram afectados pelo desastre, providenciando o essencial como comida, cuidados de saúde, roupa e abrigo temporário e auxilia ainda no reassentamento, assistindo as pessoas deslocadas em situações específicas a recuperar a auto-confiança enquanto mantêm a sua dignidade. Além disso, a fundação actua ainda na prevenção de catástrofes, identificando perigos naturais e treinando profissionais e voluntários para os enfrentar.

As zonas do Mundo onde a FOCUS está ou já esteve envolvida incluem o Afeganistão, Canadá, Índia, Moçambique, Quénia, Madagáscar, Paquistão, Tajiquistão, Síria, Rússia, França e Portugal. A Focus tem essencialmente respondido a situações de emergência e actuando, em simultâneo, na preparação, mitigação e prevenção de desastres.

PROJECTOS

A Focus formou jovens voluntários no Reino Unido para intervir com a missão de salvar vidas em caso de um desastre, bem como desenvolver competências básicas necessárias para a gestão de qualquer tipo de calamidade.

Em 2009, em conjunto com a Justice Institute of British Columbia, a Focus organizou várias sessões de formação, de treino e de planeamento no âmbito da Gestão de Emergências para as Equipas Regionais de Gestão de Emergências (RDMT´s – Regional Disaster Management Teams) nos vários estados norte-americanos.

Trabalhando em conjunto com as Agências AKDN – Aga Khan Development Network e a Comissão do Parlamento Europeu (CE), Departamento de Auxílio Humanitário e Desenvolvimento de Projectos de Prevenção de Catástrofes (DIPECHO), a Focus implementou um projecto intitulado “Building local Leadership and Mainstreaming Disaster Risk Reduction in Northern Pakistan” (“Criar um grupo de Coordenadores locais na área da Gestão de Emergências e de Redução do Risco de Desastres no Norte do Paquistão”).

Num programa em parceria com as Nações Unidas e com o Ministério Afegão para a Reabilitação e Desenvolvimento, a Focus contribuiu no imediato com ajuda alimentar num pós desastre para as famílias mais vulneráveis, inicialmente no Afeganistão e estendeu-se até ao Paquistão e em outras regiões onde surge a mesma necessidade.

FINANCIADORES

Os principais financiadores da Focus são o DIPECHO – Desenvolvimento de Projectos de Prevenção de Catástrofes (DIPECHO), a USAID – United States Agency for International Development, a UNICEF – United Nations Children's Fund, a Uniao Europeia, a Rede Aga Khan para o Desenvolvimento, entre outros donativos. Os relatórios financeiros e de actividades apenas se encontram disponíveis para consulta no escritório da Focus em Lisboa.

CONTACTOS

Telefone: (+351) 217 229 061

Fax: (+351) 217 229 048

E-Mail: focuseuro@cism.com.pt

Site: www.akdn.org/focus

BIBLIOGRAFIA
  1. Fundação Focus Assistência Humanitária Europa (Agosto 2010), FOCUS Global Newsletter 2ª Edição
  2. Fundação Focus Assistência Humanitária Europa (Janeiro 2010), FOCUS Global Newsletter 1ª Edição
artigo
palavras chave: ONGD sem informação disponível online
NOTA:

ONGD sem informação disponível online

CONTACTOS

Avenida Júlio Dinis, 23, 1.º Esq., Campo Pequeno

1050-130 Lisboa

Telefone: (+351) 217 983 400

Fax: (+351) 217 983 401

E-mail: sede@fundacao-sjd.pt

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palavras chave: Cooperação para o Desenvolvimento, Desenvolvimento pessoal, Educação, Igreja

A Fundação Stela e Oswaldo Bomfim (Fundação Bomfim) é uma Fundação de Solidariedade Social, criada em 1993, por iniciativa da Igreja Evangélica Baptista de Braga, que promove o desenvolvimento pessoal, social, espiritual e artístico de pessoas de todas as idades. A sua sede localiza-se em Braga.

Tem como objectivos desenvolver actividades de carácter social e cultural de apoio a crianças, jovens, idosos, deficientes e outros excluídos da sociedade, bem como promover acções de solidariedade e cooperação entre os povos. A sua intervenção desenvolve-se nas áreas social, artística e da Cooperação para o Desenvolvimento.

PROJECTOS

Na área social, a Fundação Bonfim mantém em funcionamento um colégio que integra creche e jardim-de-infância, estando preparado para receber crianças dos quatro meses aos três anos; e os minilares, ou seja, unidades residenciais preparadas para acolher crianças em risco, preferencialmente, grupos de irmãos. A pensar nos mais velhos, a fundação tem a seu cargo também um Centro de dia e presta ainda apoio domiciliário a idosos.

No que diz respeito à sua intervenção na área artística, a fundação criou a Companhia de Música que foi fundada em 1993, no mesmo ano de criação da organização, para prestar um serviço cultural à cidade de Braga, através do ensino artístico a crianças. Trata-se uma escola oficial de ensino artístico especializado em música.

No campo da Cooperação para o Desenvolvimento, a Bonfim desenvolve o projecto CESTA – um programa de promoção do Desenvolvimento de cariz multidisciplinar, cuja sigla revela as áreas de acção: Construção, Educação, Saúde, Testemunho e Agricultura. Ao abrigo desta iniciativa, foram recuperados edifícios de centros de saúde e escolas primárias; foi criado o Centro Infantil da Etunda e facultada formação a professores. Na área da saúde, foram realizadas acções de sensibilização junto da população e procedeu-se ainda à formação de agendes de saúde em aldeias circundantes de Etunda.

Os relatórios de actividades e contas não estão disponíveis no site da instituição.

CONTACTOS

Rua da Boavista, 152-154

4700-416 Braga

Telefone: (+351) 253 27 12 67/ 253 21 37 49

Fax: (+351) 253 21 62 36

E-mail: info@bomfim.org

Site: www.bomfim.org

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: acção social, voluntariado, cooperação internacional

O G.A.S.Porto – Grupo de Acção Social do Porto, criado em 2002, é constituído por um grupo de voluntários que procura servir quem mais precisa. A associação, que actua em regime de voluntariado e desenvolve projectos de Educação e Cooperação para o Desenvolvimento, surgiu a partir do exemplo e das boas experiências vividas, pelos cinco fundadores, no G.A.S.Nova, Grupo de Acção Social da Faculdade de Ciências da Universidade Nova - Lisboa.

Desde 2007, o GAS Porto é composto por dois grupos: o Grupo de Jovens e o grupo “de adultos” – G.A.S.Porto Abrigo, apresentando como enquadramento legal o estatuto de ONGD reconhecido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. A sua sede localiza-se na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

O G.A.S.Porto (Grupo de Jovens e G.A.S.Porto Abrigo) actua segundo três linhas orientadoras: projectos de Acção Social através de actividades semanais de voluntariado e projectos humanitários; capacitação de voluntários; e angariação de fundos que garantam a sustentabilidade do grupo (ex. peditórios, patrocínios, concertos, jantar de beneficência, churrasco solidário). Com projectos em Portugal (Porto e Vila Meã), em Moçambique, em Cabo Verde e em Timor-Leste, as actividades da associação enquadram-se nas áreas da saúde, educação, dinamização social, tecnologia e engenharia e desenvolvimento rural.

PROJECTOS

Durante todo o ano o G.A.S.Porto desenvolve actividades de acção social em Portugal, nomeadamente na área do grande Porto. No sentido de dar continuidade a essas actividades e de responder às imensas necessidades das pessoas ainda mais carenciadas, o Grupo de Jovens desenvolve projectos missionários, durante os meses de Agosto e Setembro, em Portugal e em países em Desenvolvimento, nomeadamente em Moçambique, em Cabo Verde e Timor-Leste.

Em 2008, a organização iniciou projectos humanitários de curta (um mês) e longa duração (mais de 6 meses) em Timor-Leste. Os projectos de voluntariado semanal promovem o voluntariado junto de diversas instituições do Grande Porto, nomeadamente, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM); o Clube Porta Aberta, onde os voluntários dão apoio escolar às crianças do Bairro do Cerco; o FEUPSocial que existe para tornar mais fácil, mais acolhedora e mais feliz, a passagem dos jovens pelo mundo universitário; a Casa do Vale e o Lar Juvenil de campanha que recebem jovens retirados à família pelo tribunal e onde o G.A.S.Porto proporciono momentos lúdicos e de estudo; o Centro Social das Antas e o Lar das Fontainhas, onde a actuação do G.A.S.Porto passa pela companhia e o diálogo com quem vive bastante isolado.

No que diz respeito aos projectos de voluntariado humanitário, em Portugal é promovido o voluntariado durante três semanas de Agosto na Vila Meã, pequena vila do concelho de Amarante, caracterizada por uma população envelhecida. Durante esse período, oito voluntários dinamizam actividades no Centro de Dia da Paróquia de Real, além de darem apoio domiciliário e realizarem actividades lúdico-pedagógicas para as crianças da vila.

A nível internacional, desde 2003 que a G.A.S.Porto tem vindo a actuar na Vila da Macia, através da implementação de projectos de voluntariado, como a iniciativa “Pfuka U Famba”– um centro de reabilitação nutricional, dirigido para crianças com desnutrição moderada entre os 0 e 3 anos; o projecto “Crescer de Mãos Dadas” que promove o apadrinhamento de crianças órfãs e vulneráveis da Vila da Macia, a iniciativa “Amigo positivo”, tendo como premissa o voluntariado da pessoa com HIV/SIDA junto da comunidade, apoiando a sua reabilitação, estabilização e sustentabilidade da pessoa com HIV/SIDA através da oportunidade de ter um ofício; e o Projecto “Kukula” – um Centro de Educação e Desenvolvimento Infantil, a funcionar em 3 bairros de Macia.

Em Timor, onde o G.A.S.Porto está desde 2003, tem desenvolvido um projecto de voluntariado que acontece na cidade de Aileu, com um Centro de Estudos “Juntos Pela Educação”, resultante da parceria do ISMAIK com o G.A.S.Porto e o Jardim Infantil Sementinhas. Em 2009, o G.A.S.Porto estende geograficamente a sua actuação e vem a dar início ao projecto Saúde em Movimento de prevenção da Tuberculose, em colaboração com a Clínica Bairo Pité, em Tibar.

Em Cabo Verde, o G.A.S.Porto iniciou a sua missão em 2010, com projectos na área da Educação.

Os relatórios de actividades e contas não estão disponíveis online para consulta.

CONTACTOS

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Rua Dr. Roberto Frias s/n

4200-465 Porto

Telefone: (+351) 93 897 30 26

Telemóvel: (+351) 91 707 88 40

E-mail: geral – info@gasporto.org / grupo de jovens – gpjovens@gasporto.org / GASPorto Abrigo – gpabrigo@gasporto.org

Site: www.gasporto.pt

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: teatro, intervenção social

O GTO LX – Grupo de Teatro do Oprimido é ONGD empenhada em estimular a participação activa e consciente dos cidadãos na construção da sociedade. Desta forma, trabalha directamente com populações desfavorecidas, formando grupos de Teatro Fórum que criam espectáculos a partir de situações reais por si vividas, e que são, posteriormente, apresentados à comunidade.

No Teatro Fórum o espectador é estimulado a entrar em cena para improvisar, como protagonista, soluções alternativas ao problema encenado.

A comunidade é assim envolvida de forma directa e activa na análise, discussão e exploração de estratégias de actuação perante problemas comuns, provocando a consciência comunitária e a participação cidadã.

A metodologia do Teatro do Oprimido foi desenvolvida por Augusto Boal no Brasil, em meados da década de 60, e é hoje praticada em mais de 70 países. Trata-se uma metodologia e uma prática teatral cujo objectivo é a democratização do teatro como uma ferramenta capaz de provocar o empowerment dos participantes, através da análise e teatralização da realidade e modos de conduta dos sujeitos.

PROJECTOS

O GTO LX desenvolve a Rede Multiplica, uma rede de grupos de Teatro do Oprimido do GTO LX que, formados e certificados pela associação, usam a metodologia para intervir nas suas comunidade. A rede abrange mais de 10 grupos activos em diversos pontos do país, constituídos por populações tão diferentes como jovens em risco, público escolar, mães adolescentes, mulheres, idosos, doentes mentais, imigrantes ou repatriados.

Além de acompanhar o processo de empowerment dos grupos, desde a sua mobilização até à autonomia, o GTO LX promove regularmente encontros, festivais e formações que possibilitam a partilha de experiências entre os diversos grupos da rede.

Na área da formação, o GTO LX implementa a técnica de Teatro Fórum como ferramenta de promoção do empowerment individual e comunitário, através de sessões de formação contínua. Além disso, a associação promove também formações pontuais sobre as técnicas do Teatro do Oprimido para os mais diversos públicos, nomeadamente técnicos sociais, formadores e público em geral.

Anualmente, o GTO LX trabalha directamente com cerca de 12 grupos de Teatro Fórum, cria 16 novos espectáculos, chegando a mais de 2500 espectadores provenientes de comunidades desfavorecidas, tratando temas que lhes tocam directamente e envolvendo-os activamente na resolução dos mesmos.

Os principais financiadores da associação são a CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, o POPH – Programa Operacional de Potencial Humano, o QREN – Quadro de Referencia Estratégico Nacional, a UE – União Europeia, o ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Dialogo Intercultural, entre outros.

Os relatórios de actividades e contas não se encontram online para consulta.

CONTACTOS

Travessa do Corpo Santo n.º 21, 2.º

1200-131 Lisboa

Telefone: (+351) 213 476 319 / (+351) 968 474 613

E-mail: geral@gtolx.org

Site: www.gtolx.org

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: Media para o Desenvolvimento

A Help Images, uma associação sem fins lucrativos, criada em 2008, e reconhecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros como ONGD no mesmo ano, tem como objectivo promover e apoiar instituições de solidariedade social e organismos públicos, através da prestação de serviços de comunicação de forma a promover a sua visibilidade junto das comunidades, associadas e entidades financiadoras; potenciar as actividades de angariação de fundos; promover acções de sensibilização e formação; bem como divulgar situações de emergência e pós-emergência.

De forma resumida, a associação visa promover a consciencialização social, cívica e ambiental das populações, pela actividade de sensibilização da opinião pública através dos meios de comunicação.

A Help Images é especialista em Media para o Desenvolvimento, disponibilizando serviços de comunicação, nomeadamente a concepção e produção de conteúdos media em diferentes formatos (documentários, campanhas publicitárias e de sensibilização, etc..) e o desenvolvimento de estratégias de comunicação.

PROJECTOS

A Help Images nos últimos três anos já realizou 20 filmes promocionais, spots televisivos, documentários e institucionais. Também desenvolveu actividades de sensibilização junto do publico em geral realizando a Mostra do filme solidário “I Love 2 HELP”, com o objectivo de promover a consciencialização social, humanitária, ambiental e cultural da sociedade civil através da comunicação social e dos Media.

Tem em carteira mais de 30 projectos à espera de financiamento, para promoção e divulgação do trabalho e missão de instituições portuguesas. Está previsto produzir três filmes promocionais no primeiro semestre de 2011. Paralelamente a Help Images tem estado a promover a “I Love 2 HELP”, uma mostra internacional e nacional do filme solidário, junto de câmaras municipais, escolas e instituições viradas para a Educação para o Desenvolvimento.

A Help Images não tem qualquer tipo de financiamento. Os custos são suportados através dos projectos que realiza com as instituições que procuram o seu apoio na área da comunicação.

No que diz respeito aos relatórios de actividades e contas, a Help Images apenas os disponibiliza para consulta após pedido e depois de verificada a relevância do pedido.

CONTACTOS

Av 5 de Outubro, nº 151 – 3A

1050-053 Lisboa

Telefone: (+351) 214 080 552 / 917 197 319

E-mail: geral@helpimages.org

Site: www.helpimages.org

BIBLIOGRAFIA

LISTA DE FILMES PRODUZIDOS

2010

  1. “Sair da Sombra” – Ajuda Medica Internacional - Portugal
  2. “Festivais” CRID – Centro Reabilitação e Integração de Deficientes - Portugal
  3. “Cooperação” – Instituto de Apoio ao Desenvolvimento - Portugal
  4. “SPOT” – Instituto de Apoio ao Desenvolvimento - Portugal
  5. “Filme ODD” – Instituto de Apoio ao Desenvolvimento - Portugal
  6. “De Viva Voz pela Inclusão” - Instituto de Apoio Criança - Projecto Rua - Portugal
  7. “Hoje vamos plantar árvores”- Fundação Floresta Unida - Portugal

2009

  1. “Alternância Modal” – BCSD - Portugal
  2. “Era uma vez 3 sonhos” - Terra dos Sonhos - Portugal
  3. “ODD para EDD” – Instituto de Apoio ao Desenvolvimento - Portugal

2008

  1. “Florestação Serra da Lousã” – Barclays Terra - Portugal
  2. “Contas à vida” – Barclays - Portugal
  3. “Dja dja non” – Médicos do Mundo – São Tomé e Príncipe
  4. “Carta da Daniela” – Ajuda Medica Internacional - São Tomé e Príncipe
  5. “Vulnerable voices” – International Alert - São Tomé e Príncipe
  6. “PEFI” – Instituto de Apoio à Criança - Projecto Rua - Portugal
  7. “Clube 500” – Médicos do Mundo - Portugal
  8. “10 Anos” - Ajuda de Berço - Portugal

2007

  1. “Over the Wall” – Over the Wall – UK
  2. “Aventura Solidaria” – Ajuda Medica Internacional - Senegal
artigo
palavras chave: apadrinhamento, educação, acção social

Criada em 2004, a Helpo é uma organização sem fins lucrativos, laica e apolítica que leva a cabo programas de apoio continuados, projectos de assistência, Ajuda Humanitária, Desenvolvimento Comunitário, Educação para o Desenvolvimento e Desenvolvimento Humano em múltiplos países do hemisfério Norte e Sul do Mundo, contando com a colaboração dos seus parceiros, associados, funcionários, padrinhos e voluntários. Desde 2006, que é reconhecida como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. A sua sede localiza-se em Cascais, com delegações locais em Nampula, Cabo Delgado e São Tomé e Príncipe.

A actuação da organização é orientada para a melhoria das condições de vida das populações e grupos desfavorecidos do Sul, na senda do desenvolvimento económico, social e humano partindo da perspectiva comunitária para um âmbito sempre mais global e abrangente e, em simultâneo, numa consciencialização efectiva do Norte do mundo acerca destas problemáticas desenhando um caminho comum que leve à sua resolução.

Assim sendo, os vectores de intervenção, que em parte decorrem da aplicação do programa de apadrinhamento de crianças à distância, centram-se na assistência alimentar; educativa; sanitária; empowerment; geração de rendimento próprio; construção de estruturas educativas; reabilitação de estruturas educativas; acesso à água; construção e equipamento de bibliotecas; Educação para o Desenvolvimento, Desenvolvimento Humano e Ajuda Humanitária e de Emergência.

PROJECTOS

Em Moçambique, a associação desenvolve diversos projectos nas áreas da Educação, nomeadamente na província de Nampula, através da construção escolas e escolinhas, reabilitação, apetrechamento e equipamento de bibliotecas. A Helpo construiu diversos poços para melhorar o acesso à agua da população e sistemas de aproveitamento das águas.

Também em São Tomé e Príncipe (províncias de Mé-Zóchi e Lembá), a organização intervém na área da educação, construindo e reabilitando espaços escolares e pré-escolares e levando a cabo intervenções de educação para a saúde e empowerment bem como de projectos de geração de rendimento. Já em Portugal, a Helpo está focada na promoção do voluntariado internacional, desde 2007. Durante quatro meses, a associação recebe voluntários para formação que posteriormente poderão operar por períodos de 6, 9 ou 12 meses, em Moçambique ou S. Tomé e Príncipe. Na área da Educação para o Desenvolvimento, a Helpo desenvolve anualmente o projecto Veki, que consiste na implementação de actividades lúdicas com crianças entre os 6 e os 12 anos, cujos resultados têm na sua base uma mensagem relacionada com o Interculturalismo, os Direitos Humanos e a Globalização e as disparidades Norte-Sul.

Entre 2006 e 2008, a associação desenvolveu o projecto Sótão – Oficinas de Desenvolvimento Humano, dirigido a jovens e adultos, que visou proporcionar um espaço de liberdade e partilha, através da expressão corporal e artística (teatro do oprimido, psicodrama, expressão escrita, dramática, musical, etc.). Actualmente, o mesmo projecto foi adaptado e, em parceria com a Câmara Municipal de Cascais, está em fase de planeamento para aplicação com grupos de jovens desempregados do Concelho.

No Nepal, a Helpo tem levou a cabo o PACD – Programa de Apadrinhamento de Crianças à Distância, que permite que uma criança continue a viver no seu ambiente familiar juntamente com os seus pais, mas que possa frequentar a escola e aceder à assistência médica, fazendo uma alimentação melhorada, graças ao apoio de um padrinho que acompanha a sua evolução através das informações fornecidas pela sede da Helpo. De 2005 a 2005, a associação apoiou cerca de uma centena de crianças e as suas famílias de contextos rurais do país. Actualmente, desenvolve o programa de PACD também em Moçambique e São Tomé e Príncipe apoiando mais de 5,000 crianças distribuídas por 30 escolas e escolinhas (creches).

Os principais financiadores são particulares, participantes nos programas de apoio e aderentes às campanhas de recolha de fundos, bem como a Câmara Municipal de Cascais e empresas provadas (apoio financeiro ou em géneros: Rainbow, Leadership, Jerónimo Martins, Unicre, TAP).

A associação tem disponíveis online para consulta os relatórios de actividades e contas através do website desde o exercício de 2009.

CONTACTOS

Rua Manuel Joaquim Gama Machado, n.º 4

2750-422 Cascais

Telefone: (+351) 211 537 687

E-mail: info@helpo.pt

Site: www.helpo.pt

artigo
palavras chave: a determinar

a determinar

artigo
palavras chave: Desenvolvimento, emancipação, solidariedade, inconformismo

Constituído em 1992, o ICE - Instituto das Comunidades Educativas é uma associação de âmbito nacional, de utilidade pública sem fins lucrativos, com o estatuto de ONGD reconhecido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e com sede em Setúbal. A associação resulta da confluência de projectos de intervenção e do envolvimento e articulação de autarquias, instituições académicas, personalidades ligadas à cultura e educação e diferentes ONG.

A comunidade local é o objecto privilegiado de intervenção do instituto, através da abordagem do desenvolvimento numa lógica integrada e sistémica com potencialização da cultura da educação da saúde do ambiente e da promoção social quanto vertentes desse desenvolvimento. Tem ainda como princípios orientadores a exploração da dimensão educativa considerando-se a interdependência, mas também a autonomia relativa enquanto níveis da dimensão educativa. > Na prossecução dos seus objectivos, o ICE tem consciência da importância estratégica da solidariedade de princípio com dinâmicas e iniciativas transnacionais com particular incidência provenientes dos países de língua portuguesa.

A educação, a saúde, o ambiente, o desenvolvimento local, a igualdade de género, a deficiência e a promoção social são as diversas áreas onde o instituto intervém.

PROJECTOS

A nível nacional, o ICE realizou um projecto de escolas rurais, com o objectivo de promover as comunidades rurais por mediação das escolas e das crianças. Através do projecto De Longe Fazer Perto, a instituição apoiou a intercomunicação nacional entre comunidades educativas e, com o projecto Laço, interveio na promoção e formação familiar de comunidades.

No plano internacional, no passado, o ICE participou no projecto AMIE, um intercâmbio entre dinâmicas de âmbito rural e dinamizou o programa Conversas em (Grande) Rota que teve como objectivo fomentar o intercâmbio e a interformação entre projectos e associações dos Países de Língua Portuguesa. Em São Tomé e Príncipe, desenvolveu um projecto de desenvolvimento local de um dos distritos de São Tomé, promovido em intercâmbio com regiões rurais portuguesas.

Actualmente, o ICE continua a dinamizar diversos projectos que iniciou há alguns anos como o Escolas Rurais e programas de intervenção como o Precoce Antes que Seja Tarde ou o projecto Laço. Iniciou recentemente projectos integrados na Baixa da Banheira e Covas do Monte, além de programas como a Rota da Pedra e no Museu da Vinha e do Vinho da Região de Colares.

Os seus principais financiadores são a Segurança Social, a Fundação Calouste Gulbenkian; o Instituto da Tóxico-dependência; o ICNB – Instituto da Conservação da Natureza; a Fundação Aga Khan; a Fundação Bernard van Leer (até 2005), além de diversas autarquias e do seu auto-Auto financiamento.

O site da instituição não tem informação disponível sobre relatórios financeiros e de actividades.

CONTACTOS

Rua Nª. Sra. da Arrábida, Nº3/5, r/c

2900 - 142 Setúbal

Tel: (+351) 265 542 430

Fax: (+351) 265 542 439

E-mail: geral ice@netvisao.pt; centro de formação ice.formacao@netvisao.pt

Site: iceweb.org

PUBLICAÇÕES ICE
  1. D’Espiney, Rui (org), “Escolas Isoladas em Movimento”, in Cadernos ICE nº1
  2. Canário, Rui (org), “Escola Rural na Europa”, in Cadernos ICE nº2
  3. Iturra, Raul (org), “Os Saberes das Crianças”, in Cadernos ICE nº3
  4. Montenegro, Mirna (org), “Educação de Infância e Intervenção Comunitária”, in Cadernos ICE nº4
  5. Montenegro, Mirna (org), “Ciganos e Educação”, in Cadernos ICE nº5
  6. Canário, Rui; santos, Irene, “Educação, Inovação e Local”, in Cadernos ICE nº6
  7. Correia, José A.; D’Espiney, Rui (org), “Inovação, Cidadania e Desenvolvimento Local”, in Cadernos ICE nº7
  8. D’Espiney, Rui (org), “Espaços e Sujeitos de Cidadania”, in Cadernos ICE nº8
  9. Montenegro, Mirna (org), “Ciganos e Cidadanias”, in Cadernos ICE nº9

Outras Publicações

  1. Canário, Rui; D’Espiney, Rui (org), Uma Escola em Mudança com a Comunidade
  2. Amiguinho, Abílio, Viver a Formação / Construir a Mudança
  3. Canário, R.; Educação de Adultos
  4. Montenegro, Mirna, Aprendendo com Ciganos: Processos de Ecoformação
  5. Pereira, Isabel; Ribeiro, Paulo, Dicas da Quinta “Palavras das crianças para os adultos levarem muito a sério”
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