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palavras chave: Inovação social, Ambiente, Educação, Jovens

A TESE é uma ONG, de direito português, criada em 2002 que tem por missão criar e implementar respostas inovadoras que melhor promovem o desenvolvimento social, a igualdade de oportunidades e a qualidade de vida, criando parcerias com os sectores público, privado e organizações da sociedade civil. Pretende investigar, criar, implementar e sensibilizar, construindo um ciclo de soluções socialmente inovadoras e sustentáveis como resposta às necessidades tradicionais e emergentes. É reconhecida, desde 2003, como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e é também membro da Plataforma Portuguesa das ONGD. A sua sede localiza-se em Lisboa.

Actualmente a TESE actua em quatro áreas diferentes: Inovação Local, através da promoção de projectos de Desenvolvimento Local, Desenvolvimento Internacional, e de Educação para o Desenvolvimento, realizados em parceria com actores locais; a área da Investigação, elaborando estudos e trabalhos de investigação, em parceria, sobre as dinâmicas da inovação social, na evolução das necessidades sociais; a Consultoria e Capacitação, trabalhando com entidades dos sectores público e privado, bem como do terceiro sector – em Portugal e nos Países em Desenvolvimento –, no sentido de acelerar a sua capacidade de acção e de inovação social, ajudando a criar novos modelos que melhor respondam às necessidades sociais; e, por fim, actua também ao nível da participação em Redes e Awareness, promovendo e participando em eventos e iniciativas de promoção de rede, sensibilização, partilha de conhecimento, facilitação e formação em áreas relacionadas com a inovação social, o desenvolvimento, a sustentabilidade e o empreendedorismo social.

PROJECTOS

Na Guiné-Bissau, a TESE desenvolve o projecto Bafatá Misti Iagu, que pretende garantir o acesso sustentável a fonte melhorada de água potável aumentado na Cidade de Bafatá para 70 por cento da população.

No que diz respeito em Moçambique, o programa Ser Humano assegura as necessidades básicas de crianças e jovens órfãos e vulneráveis em condições de pobreza no país e procura promover a sua entrada na vida activa através da educação, empregabilidade e actividades geradoras de rendimentos.

Já em São Tomé e Príncipe, a TESE desenvolve um projecto de instalação de painéis solares nas escolas para reforço da educação e alfabetização nocturna, além de promover a criação de competências locais na instalação e manutenção de equipamentos solares.

Ainda na área da Cooperação para o Desenvolvimento, o projecto de Assistência Técnica à Direcção da Água e Saneamento em Angola tem como objectivo primordial reforçar a actuação da instituição ao nível dos recursos humanos, qualidade da água e acesso a água em meio rural.

Em Portugal, desenvolve o projecto Orienta.Te que visa promover a inclusão educativa, formativa e/ou sócio-profissional de jovens socioeconómicos mais vulneráveis e o programa Do Something de forma a contribuir para o aumento da participação activa dos jovens em Portugal. Através do projecto Estratégia e Organização: Fortalecer para um crescimento sustentável, a TESE procura fortalecer a Associação Música nos Hospitais para ganhar escala, potenciar um crescimento sustentável e tornar este projecto uma referência no sector social.

Os principais financiadores da organização são o IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, Câmara Municipal de Cascais, IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, o Programa Escolhas, a Fundação EDP, a Comissão Europeia, a UrbÁfrica e a FLAD – Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.

Os relatórios de actividades e contas e a certificação de contas estão disponíveis no site da TESE.

CONTACTOS

Rua das Amoreiras, 101

1250-022 Lisboa

Tel.: (+351) 213 868 404

Fax: (+351) 213 868 405

E-mail: info@tese.org.pt

Site: www.tese.org.pt

BIBLIOGRAFIA
  1. Guerra, I.; Pinto, T. C.; Almeida, S. (2010), À tona de água – Necessidades em Portugal, Tradição e Tendências emergentes
  2. Coruche, M. P., et al (2010), Estudo de Caracterização Sócio-económica e Consumo de Energia em Bambadinca Ferreira, T. C. (s/d), Ukama Wangu
  3. Meneses, J. (2009), O Peixe Amarelo - Pistas para um Mundo melhor
  4. Coruche, M. P., et al (2009), Social Innovation in Water Supply, Sanitation and Energy in Developing Countries
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palavras chave: desenvolvimento, cooperação, união, áfrica

A União Africana foi oficialmente inaugurada em 2002 e surgiu como resposta ao pedido dos Chefes de Estado e de Governo da Organização da Unidade Africana que emitiu em 1999 na Cimeira de Sirte, a Declaração de Sirte, pedindo a criação de uma União Africana.

No Acto Constitutivo da União Africana faziam parte 53 Chefes de Estados que pretendiam promover a unidade, a solidariedade, a coesão e a cooperação entre os povos e os Estados de Africa. Não esquecendo os objectivos da antecessora Organização da Unidade Africana, criada em 1963, focada na luta pela libertação dos territórios do colonialismo e do apartheid, a União Africana procura o desenvolvimento e a integração de Africa, trabalho em problemáticas como a segurança, a economia e a solidariedade entre os povos, guiando-se através de valores como o respeito à diversidade, a transparência, a integridade, a imparcialidade, a eficiência e a transmissão de conhecimentos e informação, tendo em mente um grande objectivo, pensar em Africa a cima de tudo.

A União Africana é composta pelos seguintes órgãos: Assembleia da União, Conselho Executivo, Parlamento Pan-Africano, Tribunal Africano dos Direitos Humanos e dos Povos, Comissão, Comité dos Representantes Permanentes, Comités Técnicos Especializados, Conselho de Paz e Segurança, Banco Africando de Investimento, Fundo Monetário Africano, Banco Central Africano, Conselho Económico Social e Cultural, Comissão Africana do Direito Internacional e o Conselho Consultivo de Corrupção, todos estes como forma de fazer frente às necessidades e exigências da maioria dos Estados do continente africano.

PROJECTOS/DESAFIOS

A União Africana precisa de realizar projectos efectivos para o desenvolvimento e integração do continente no mundo, como tal, projectos como a Universidade Panafricana, que procura criar uma rede de centros de excelência em ciência e tecnologia para travar a saída dos seus melhores cérebros para fora do continente, ou a Nova Parceria para o Desenvolvimento de Africa, que apesar de ter sido criada em 2001 para melhorar os indicadores de boa governança e promover o desenvolvimento sustentável, ainda não teve grandes resultados.

Com a crise na Europa e nos Estados Unidos, Africa tem criado relações com outros países, e a India e a China têm sido importantes no desenvolvimento de inúmeras iniciativas no continente africano, sendo de destacar a doação para a construção da nova sede da União Africana, bem como o investimento na disponibilização de recursos, na construção de infra-estruturas e no aumento de parcerias comerciais entre os Estados, com o intuito de fazer crescer o investimento, as pesquisas e o turismo por toda a África.

Os desafios para os próximos anos serão os de melhorar as condições políticas, culturais e económicas do continente, à luz do que foi feito na Europa com a União Europeia, onde se pacificou o continente, construiu-se uma moeda e se apresentou ao mundo como um todo unido.

Será então importante alterar a imagem do continente no mundo, de fonte única de matérias-primas, de rivalidades ideológicas entre líderes dos Estados e de pobreza extrema, sendo importante criar desde logo laços entre os países mais ricos e pobres, de forma a que os mais ricos possam apoiar o desenvolvimento dos mais pobres e desta forma valorizar todos os recursos existentes no continente africano.

BIBLIOGRAFIA

http://au.int/en/

http://www.dw.de/uni%C3%A3o-africana-cronologia-50-anos-ua-hist%C3%B3ria-da-uni%C3%A3o-africana/a-16832167

http://www.fd.uc.pt/CI/CEE/OI/OUA/acto_constitutivo-uniao-africana.htm

http://www.fahamu.org/node/275

http://www.vermelho.org.br/noticia.php?idsecao=9&idnoticia=214063

AUTORIA

Fábio Cordeiro

Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Desenvolvimento e Cooperação Internacional, da licenciatura em Administração Pública, da Universidade de Aveiro

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palavras chave: cultura, ciência, países lusófonos

Constituída 1999, a URB-África – Organização não Governamental para a Cooperação e Desenvolvimento Urbano tem como objectivos a promoção do desenvolvimento e cooperação das cidades em países em desenvolvimento, prioritariamente de Língua Portuguesa e em especial do continente africano, através do intercâmbio cultural, científico e tecnológico e pela sua criação de oportunidades económicas, educacionais, sociais e de convívio, tendo em vista a educação, o progresso e o bem estar dos povos.

É uma ONGD reconhecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e membro da Plataforma Portuguesa das ONGD. A sua sede localiza-se em Lisboa.

Para a concretização dos objectivos a URB-África promove acções de Formação Profissional e diversos projectos de investigação e informação, além de conceber e executar projectos de infra-estruturas urbanas de pequeno e médio porte (por exemplo, com acções de recuperação de património histórico) e projectos nas áreas da Saúde e Educação. A associação intervém ainda na área da Ajuda e Assistência Médica e Humanitária, apoiando as populações carenciadas; e na área da Cultura, promovendo encontros e actividades que visem o intercâmbio de conhecimentos e a sensibilização da opinião pública internacional para os problemas em causa.

Estes objectivos deverão ser concretizados no âmbito do reforço da observância dos princípios de justiça internacional, do respeito pelos Direitos Humanos Fundamentais e do incremento da Paz.

PROJECTOS

Os anos de 2002 e 2003 foram anos de início de actividade da URB-África, tendo sido desenvolvidas apenas pequenas acções pontuais nas áreas da cultura e do apoio humanitário.

2004 foi o ano do efectivo lançamento da URB-África como instituição de apoio ao desenvolvimento, tendo-se investido em acções de visível impacto junto das populações mais carenciadas das cidades com as quais coopera.

Com o projecto Nós Podemos – 8 Maneiras de Mudar o Mundo, a URB-África pretende sensibilizar e mobilizar a sociedade civil portuguesa para uma nova visão e dimensão da Cooperação para o Desenvolvimento de acordo com os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). Este projecto prevê a realização de actividades, nomeadamente, em Lisboa e Guimarães que passa por dinamização de campanhas, realização de trabalhos de investigação e a edição de um livro sobre os ODM.

Na área da Cooperação para o Desenvolvimento, a organização dinamiza o PALCOS – Projecto de Luta Contra a Sida através do Teatro do Oprimido, em execução em Maputo, Moçambique, com o objectivo de reduzir a taxa de infecção por HIV/SIDA nos jovens através da promoção da sua autonomia e capacidade de decisão, conjugada com a defesa dos direitos humanos e da igualdade de género. Para além da realização de Oficinas de Teatro do Oprimido, serão feitos workshops de formação de dinamizadores e formações de médicos tradicionais, peças interactivas, e ainda um concurso escolar e um programa de rádio.

A URB-África não tem site próprio (está alojada no site da UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), onde não estão disponíveis para consulta os relatórios de actividades e contas da associação.

CONTACTOS

Rua de São Bento, 640, 1250-222 Lisboa

Tel.: (+351) 213 855 600

Fax: (+351) 213 852 596

E-mail: urbafrica@uccla.pt

Site: www.uccla.net

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: projectos, IMVF, assistência técnica, reforço institucional e capacitação, ambiente, Guiné-Bissau

Desenvolvido pelo IMVF - Instituto Marquês de Valle-Flôr em parceria com a ONG guineense Tiniguena, o projecto Urok Osheni! Conservação, Desenvolvimento e Soberania nas Ilhas Urok intervém nas Ilhas Urok, no Arquipélago de Bijagós, na Guiné-Bissau, com o objectivo específico de construir um modelo de desenvolvimento sustentável e integrado para esta Área Marinha Protegida Comunitária.

Consulte [aqui](http://issuu.com/imvf/docs/brochuraurokosheni_final 'markdown) a brochura deste projecto.

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palavras chave: Ajuda Humanitária, Cooperação para o Desenvolvimento, países lusófonos

O VIDA – Voluntariado Internacional para o Desenvolvimento Africano existe formalmente desde 1992, porém a sua actividade iniciou-se em Setembro de 1991, com o trabalho de jovens voluntários em Moçambique, ainda durante a guerra civil. Desde 1998 que é reconhecida como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. É também membro da Plataforma Portuguesa de ONGD.

Com sede em Lisboa, o VIDA tem como missão ajudar as pessoas a desenvolverem as suas capacidades e o potencial da terra onde vivem. Nesse sentido, implementa os seus projectos de Cooperação para o Desenvolvimento e de Ajuda Humanitária em Angola, Moçambique e Guiné Bissau, nas áreas da Saúde, Educação, Agricultura, Formação Profissional, Género, Reabilitação e Protecção Materno-Infantil.

As áreas de intervenção são definidas de acordo com as principais necessidades identificadas pelos beneficiários e pelo parceiro local recorrendo a metodologias participativas. Os critérios da escolha dos países de actuação são sobretudo calculados pela proximidades histórica, linguística, cultural e económica para além dos laços de amizade que vão sendo realizados com as comunidade locais.

PROJECTOS

Desde 1998 que o VIDA tem vindo a realizar projectos de Ajuda Humanitária e de Emergência como, por exemplo, na Guiné-Bissau, através do projecto de Emergência Jirijipe e no programa de Ajuda de Emergência na área sanitária e nutricional a todo o sub-sector de São Domingos; ou em Angola, com um projecto de Ajuda de Emergência no Huambo entre Junho de 1999 e Fevereiro de 2000.

Na área do Desenvolvimento Rural, a associação tem vindo a realizar projectos em Moçambique, como o programa de desenvolvimento do sector agro-pecuário a nível do sector familiar em Djavula (2003-2005); a criação do Centro de Formação e Comércio Rural de Djavula (2002-2004); e o projecto de desenvolvimento do comércio rural comunitário para a conservação da biodiversidade no distrito de Matutuine. Ainda na área do desenvolvimento rural, entre 2006 e 2008, foram realizados em Moçambique 19 cursos nas áreas agrícolas, pecuária, gestão de recursos naturais, economia familiar e actividades geradoras de rendimento para as famílias. Aliado aos projectos de desenvolvimento rural, foi construída a Escola Viva em Ncassani que irá abranger cerca de 160 crianças em idade escolar, abrangendo também, de forma indirecta a comunidade de Ncassani.

Actualmente está em curso em Moçambique um projecto de capacitação das comunidades rurais para o desenvolvimento participativo do distrito de Matutuine, que tem como objectivo reduzir os níveis de pobreza e de dependência da população rural.

Na Guiné-Bissau, o VIDA tem vindo a executar o programa Jirijipe – Saúde até à Tabanka, que tem como grupo-alvo mulheres e crianças do sector de São Domingos. O objectivo da intervenção passa pelo reforço da saúde materno-infantil e pelo desenvolvimento do Sistema Comunitário de Saúde, através do reforço da rede de Unidades de Saúde Comunitária, dos serviços de saúde preventiva e da gestão comunitária da saúde em função dos membros mais vulneráveis da comunidade (mulheres e crianças).

O VIDA promove ainda a Educação para o Desenvolvimento, através da divulgação do trabalho que desenvolve diariamente com as famílias mais pobres dos países em desenvolvimento. Além disso, participa em eventos de sensibilização e informação sobre temas relacionados com o desenvolvimento, seminários e colóquios organizados por escolas, instituições e faculdades. Em 2008, o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento aprovou um projecto de criação de uma rede virtual interactiva de informação, advocacy, lobbying e cidadania activa para o Desenvolvimento Sustentável no quadro dos Objectivos do Milénio. Durante o projecto, a rede ficará online, apelando à participação de escolas, quer de Portugal como de todos os países de Língua Portuguesa, e de jovens e adultos que queiram participar e partilhar ideias sobre o caminho a seguir para um desenvolvimento sustentável, participado e activo.

Os principais financiadores da associação são a Comissão Europeia, o Governo Basco, o Arabako Foru Aldundia, o IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, a Fundação Calouste Gulbenkian e diversas empresas como a LIDL, a Central de Cervejas, a Fundação Millenium BCP, a Delta Cafés e a Gorundforce, bem como diversos doadores privados.

Os relatórios de actividades e contas não estão disponíveis para consulta no site da associação.

CONTACTOS

Cç do Combro, nº 61 - 1º andar

1200-111 Lisboa

Tel: (+351) 213 433 022

Fax: (+351) 213 422 021

E-mail: vida@vida.org.pt

Site: www.vida.org.pt

Blogue: www.africacomvida.blogspot.com

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: cooperação internacional, educação para o desenvolvimento, protecção animal

Os Veterinários Sem Fronteiras (VSF) são uma Organização Internacional fundada em 1987, constituída por ONG presentes em diversos países europeus. Em Portugal, a organização criou a VSF-Portugal em 2006 que actualmente é reconhecida como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Localizada na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa, a VSF-Portugal tem como objectivo providenciar apoio veterinário às populações mais necessitadas dos países em desenvolvimento, contribuindo para a melhoria da saúde animal e da saúde humana através da prevenção das zoonoses e da valorização qualitativa e quantitativa dos produtos de origem animal. Pretende ainda participar em projectos de formação e investigação e na transmissão de conhecimentos técnicos nas áreas da produção, saúde e bem-estar animal, medicina preventiva e saúde pública veterinária e contribuir para a promoção da consciência solidária entre países mais avançados e em desenvolvimento. Outro dos objectivos centrais da organização é manter manter relações de parceria e colaboração com as associações públicas ou privadas que persigam os mesmos objectivos que a VSF-Portugal, nomeadamente as de outros países que integram o projecto conhecido internacionalmente como Veterinários sem Fronteiras. Além disso, a organização pretende assegurar que nas suas iniciativas a população local é estimulada a participar na concepção e realização de projectos.

Além da actuação nos países em desenvolvimento, a VSF-Portugal pretende sensibilizar estudantes, médicos veterinários e a sociedade em geral para a importância da medicina veterinária para um desenvolvimento sustentável, redução da pobreza e melhoria das condições de vida da população mundial. Actua também na capacitação de docentes, estudantes e médicos veterinários nos países em desenvolvimento.

PROJECTOS

Desde a sua formação que a organização tem participado em missões, especialmente, nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa como Angola, Cabo Verde e Moçambique.

Em 2007, um grupo de estudantes de medicina veterinária e alguns docentes deslocaram aos distrito de Huíla, em Angola, onde realizaram acções de sanidade em gado vacum, nomeadamente vacinações e desparasitações. Tratou-se de um programa de apoio aos camponeses daquele distrito que, em breve, poderá ser repetida.

Apesar da formação recente, a VSF-Portugal estabeleceu já contactos com varias organizações. A título de exemplo, está em curso a colaboração com o Parque Nacional da Gorongoza que irá envolver não só a saúde animal, mas também aspectos relacionados com a saúde das populações que vivem no âmbito do parque.

Em Cabo Verde, irão prosseguir os contactos com a Associação Bons Amigos de Cabo Verde para apoio a missões de castração de cadelas e cães para controlo da população de cães vadios e assim melhoria das condições de sanidade das populações, em especial no que se refere à sarna sarcótica.

Os relatórios de actividades e financeiro não estão disponíveis no site da instituição.

CONTACTOS

Faculdade de Medicina Veterinária

Avenida da Universidade

Técnica, Pólo Alto da Ajuda

1300-477 Lisboa

Telefone: (+351) 213 652 800/213 652 838

Fax: (+351) 213 652 897

E-mail: vsfpt@fmv.utl.pt

Site: www.vsfportugal.org

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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NOTA:

ONGD sem informação disponível online

CONTACTOS

Rua do Quelhas, nº 28, Bloco A, 6º A

1200-781 LISBOA

E-mail: associacaoweandyou@gmail.com

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palavras chave: Banco mundial

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