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palavras chave: desenvolvimento, educação, formação

A ALC - Associação Lusófona para o Desenvolvimento do Conhecimento, que se constitui como ONGD em 2009, surge da vontade dos seus associados em apoiar o desenvolvimento do conhecimento no espaço lusófono, através da concepção, da execução, do intercâmbio e do apoio a programas e a projectos de índole social, cultural, cívica, económica e cultural. Para este propósito adopta medidas e orientações estratégicas que passam pela cooperação e pela solidariedade no âmbito nacional e internacional, pela promoção e incentivo de projectos de ajuda e assistência médica e humanitária às cidades de países que deles careçam, por projectos de assistência científica e técnica a implementar em localidades com lacunas graves nestes campos de dimensão fundamental para o seu desenvolvimento, pelo reforço da sociedade civil, por acções de sensibilização e formativas sobre a igualdade de género e a igualdade de oportunidades, propugnando uma política de educação para o desenvolvimento e reforço dos direitos humanos.

É uma entidade vocacionada para a promoção do desenvolvimento e cooperação na área do conhecimento, em especial nas vertentes do ensino, educação e cultura, emprego e formação profissional, integração social e comunitária, desenvolvimento rural e da educação para o desenvolvimento, designadamente através da divulgação das realidades dos países em vias de desenvolvimento junto da opinião pública, fomentando o intercâmbio cultural, científico e tecnológico e a criação de oportunidades económicas, sociais e de convívio, tendo em vista a igualdade de oportunidades, a educação, o progresso e o bem-estar. A sede da organização localiza-se em Lisboa, com delegações em Grândola, Lagos e Leiria.

PROJECTOS

Ao longo dos últimos anos, tem desenvolvido diversos projectos de Educação para o Desenvolvimento como o programa “Ser Igual = Ser +” que propõe acções de sensibilização e de formação, exposições de pintura, concursos literários e de fotografia, workshops, ateliers de escrita criativa e seminários alusivos à igualdade de género e de oportunidades.

A ALC promove também cursos formação em várias cidades do país vocacionados para diversos públicos-alvo, desde jovens em risco de marginalização a profissionais de reabilitação de entidades como Santa Casa da Misericórdia, centros de reabilitação profissional, CERCI, estabelecimentos prisionais, hospitais, centros de saúde e centros de dia.

Os seus principais financiadores são o POPH – Programa Operacional Potencial Humano e o QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional. Os relatórios de actividades e contas não estão disponíveis no site da organização.

CONTACTOS

Rua da Misericórdia, 76

1200-273 Lisboa

Telefone: (+351) 212 384 610

Fax: (+351) 212 384 611

E-mail: geral@alc.com.pt

Site: www.alc.com.pt

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palavras chave: Aldeias do Milénio; Objectivos de Desenvolvimento do Milénio

As Aldeias do Milénio são aldeias, pequenas regiões, ou mesmo bairros urbanos em países em vias de desenvolvimento, em concreto na África Subsariana, que recebem ajudas para se desenvolverem e dessa forma ajudar também a cumprir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). Foi um projecto que foi impulsionado pelo economista Jeffrey Sachs, director do Earth Institute, e que recebeu vários apoios como a ONU, corporações transnacionais, governos e indivíduos.

Uma das apostas da iniciativa é instalar uma aldeia modelo com o mínimo de infraestruturas básicas nas áreas de agricultura, educação, saúde e gestão ambiental, que tem como desafio acelerar ao máximo o desenvolvimento socioeconómico das zonas cujas populações vivem em extrema pobreza. Este projecto focaliza-se essencialmente no sector agrícola, porque além de ser o sector predominante nos países africanos, com as suas excepções, é a maior fonte de riqueza. Desta forma é atribuído de forma gratuita aos camponeses sementes de alto rendimento, fertilizantes e métodos de irrigação, para que estes consigam superar algumas dificuldades e assim terem mais riqueza que, consequentemente, irá aumentar o desenvolvimento. Para além de haver uma aldeia modelo esta tenta ajudar as aldeias vizinhas, no que diz respeito aos cuidados de saúde, possibilidades de obtenção de rendimento, etc.

As populações mais pobres do Mundo, acima dos 80%, moram em aldeias, daí ser essencial melhorar a vida nestas, porque para além do objectivo primordial ser o cumprimento dos ODM, é também importante o desenvolvimento dos países em vias de desenvolvimento.

O projecto Aldeias do Milénio está a focar as suas acções com impacto imediato nas aldeias, tais como:

_ Sementes e fertilizantes para melhorar o rendimento agrícola

_ Redes mosquiteiros anti-malária para as camas

_ Acesso a água potável e limpeza de fontanários

_ Diversificação de cultivos de subsistência para cultivos comercializáveis

_ Reforço da alimentação nas escolas com alimentos locais

_ Tratamento de lombrigas para todos

_ Novas tecnologias como fornos solares e telemóveis solares

Foi em Chibuto, bairro Moçambicano, que nasceu a primeira Aldeia do Milénio. Como relata o Portal do Governo Africano (2006), ‘’ O Conselheiro Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para os Objectivos do Milénio (ODM), Jeffrey Sachs, testemunhou ontem, em Chibuto, província meridional de Gaza, o lançamento da primeira iniciativa de «Aldeia do Milénio», no quadro dos esforços visando acelerar a luta contra a pobreza’’. Sachs momentos depois de lançar o projecto disse, ‘’A Aldeia Milénio é uma iniciativa que hoje tem como desafio o alívio da pobreza, mas, posteriormente, destina-se a melhorar cada vez mais a vida das populações.’’ Sachs assegurou às populações de Chibuto que as Nações Unidas, através do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), vão trabalhar com os beneficiários da iniciativa para melhorarem as suas condições de vida. Segundo o antigo Ministro moçambicano da Ciência e Tecnologia, Venâncio Massingue, este projecto iria beneficiar cinco mil pessoas, num investimento estimado em cerca de 3,3 milhões de dólares. O projecto começou em Chibuto e foi-se prolongando por mais países da África Subsariana. Este projecto tem vindo a crescer e a sortir efeitos nas aldeias onde se alojou. O Senegal é um bom exemplo disso, pois os agricultores em Leona cultivam grande variedade de produtos, como tomate, pimentão e cenoura, mas são os produtores de cebola quem são os mais beneficiados pelo projecto, pois são os que conseguem um maior número de colheitas. Também em Leona a comunidade rural agora tem acesso a energias hídricas e solar, que iluminam as casas e que activam o sistema de irrigação. O projecto também inclui a criação de quatro novos centros de saúde, no qual mais de 31 mil membros da comunidade recebem cuidados gratuitos. Além disso, foram construídas 60 novas salas de aula.

Podemos então concluir que este projecto foi um bem haja para a África Subsariana, pois irá ajudar muitas aldeias ou bairros a combater a pobreza extrema e desse modo acabar com alguma fome no Mundo. Este projecto além de ajudar as comunidades também criou emprego, e atraiu mais pessoas para as suas aldeias. Mas apesar de todas estas coisas ‘’boas’’, há sempre as más. Os produtos queixam-se de estarem isolados do resto do país devido às más condições das estradas. Reclamam também de as sementes e os fertilizantes terem sido entregues com atraso, e que o custo destes é muito alto.

Para além disso as condições sociais das aldeias existentes como posse de terra, locais de enterro de falecidos, direitos sobre linhas de água, pasto de animais, etc, se não forem acautelados fazem com que as populações não adiram a um projeto destes. Em Moçambique o passado de aldeias comunais do tempo colonial e dos primeiros anos da independência criaram muitos anticorpos à deslocação de populações. O projeto tem sucesso se modernizar aldeias existentes e pouco se pretender mudar as populações de lugar.

BIBLIOGRAFIA

Koffigan E. Adigbli (2012), Multifacetário projeto potencializa agricultores do Senegal

Portal do Governo de Moçambique (2006), Primeira ‘’Aldeia do Milénio’’ nasce em Chibuto [acedido em 8/07/2013]

Soares, João (2007), As Aldeias do Milénio [acedido em 8/07/2013]

Sousa, Mariana Abrantes de (2006), Aldeias do Milénio ao alcance com a nossa ajuda [acedido em 8/07/2013]

AUTORIA

Maria Amélia Ferreira Cardoso

Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Desenvolvimento e Cooperação Internacional, da licenciatura em Administração Pública, da Universidade de Aveiro

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palavras chave: ajuda humanitária, associação cristã, amavida produções

A AMA é uma associação cristã, missionária e humanitária, afiliada ao movimento cristão “Família Internacional” sem fins lucrativos, cuja acção poderá ter âmbito internacional. Sediada provisoriamente em Braga, a organização tem como objectivos gerais dinamizar a intervenção na realidade social de todos os indivíduos, e promover a ajuda e apoio humanitário à comunidade.

Constituem áreas de actuação a ajuda humanitária, nomeadamente em África e países em desenvolvimento, a divulgação e apoio dos valores cristãos, através da distribuição de material audiovisual e literário, e a sensibilização da população para o trabalho de apoio a deficientes, idosos e indivíduos desfavorecidos socialmente.

PROJECTOS

Em Portugal, a AMA dinamiza a rede AMAVIDA que pretende ser uma forma de facilitar o contacto com os missionários, receber o seu apoio através de aconselhamento, quer a nível prático quer a nível espiritual; além disso actua tambem na area da educação através do projecto Pequeno Estudante, procurando melhorar a qualidade de vida de famílias a viverem em situação de precaridade sócio-económica na comunidade, através da doação de uma mochila com o material escolar necessário para o ano lectivo. Já em Moçambique, a AMA iniciou em 2000 o projecto Tchuma Tchato, após as cheias e subsequente estado de calamidade, provocado pelo ciclone Eline, em Fevereiro e Março de 2000. Este projeto viria a ser o principal impulsionador da actividade da AMA. Estão disponíveis para consulta no site os balanços anuais da organização.

CONTACTOS

Rua D. António Bento Martins Júnior, 94, r/c, dto

4710-373 Braga

Telefone: (+351) 252 619 107

Fax: (+351) 252 619 107

E-mail: info@amaurora.org

Site: www.amaurora.org

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palavras chave: ajuda de emergência internacional, Ajuda humanitária, catástrofes

A AMI – Fundação de Assistência Médica Internacional é uma ONG portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins lucrativos. Desde a sua fundação, a 5 de Dezembro de 1984, a AMI assumiu-se como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e a combater o subdesenvolvimento, a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra em qualquer parte do Mundo.

Com o Homem no centro de todas as suas preocupações, a AMI criou doze equipamentos Sociais em Portugal e já actuou em dezenas de países de todo o Mundo, para onde enviou toneladas de ajuda (medicamentos e equipamento médico, alimentos, roupas, viaturas, geradores, etc.) e centenas de voluntários.

A sua sede localiza-se em Lisboa, com delegações noutros pontos do país: Porto, Coimbra, Região Autónoma da Madeira e Região Autónoma dos Açores. Tem ainda um conjunto de núcleos, compostos e dinamizados por voluntários, espalhados pelo país.

Depois de ter cumprido o seu primeiro objectivo – prestar assistência aos países de língua oficial portuguesa – a AMI levou a presença humanitária portuguesa a todo o Mundo. Hoje, e desde 1984, intervém em duas vertentes – nacional e internacional e alargou o seu âmbito de acção da saúde física à saúde social e ambiental. Actualmente são quatro os pilares nos quais assenta a actuação da AMI: Assistência Médica, Acção Social, Ambiente e Alertar Consciências.

PROJECTOS

Nos primeiros 10 anos de intervenção, a AMI realizou missões nos países de língua oficial portuguesa como a Guiné-Bissau em 1987 e, um ano mais tarde, em Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe. A primeira missão em cenário de guerra aconteceu em 1990 na Jordânia.

Em 1991, a AMI passou a estar permanentemente presente no outro lado do mundo com a abertura da primeira delegação da AMI na Austrália e, desde 1992, que assegurou a sua presença em todos os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Foi ainda durante a primeira década de existência que a AMI abriu o primeiro Centro Porta Amiga nas Olaias, em Lisboa, e a sua sede operacional igualmente na capital.

Em 1995, a AMI abriu o outro Centro Porta Amiga, desta vez no Porto, para dar apoio à população mais desfavorecida da cidade e leccionou o primeiro curso de socorrismo da AMI em Portugal. O período de 1995 a 2005 é marcado por inúmeras missões na Ásia – Azerbeijão, Iraque, entro outros –, em África – Ruanda, Senegal, Argélia, Chade/Darfur – e na América Latina – México, Nicarágua, Colômbia –, para além da Europa.

Em 1999, é lançado o prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença que se destina a destacar um trabalho jornalístico que, pela sua excepcional qualidade, represente um testemunho e uma contribuição válida para alertar a opinião pública; e em 2003, a AMI lança o prémio Saúde – Doenças Infecciosas e Parasitárias.

Em 2003, para além das missões internacionais, foi aberto o Abrigo Nocturno do Porto que acolhe pessoas sem-abrigo. Nesse mesmo ano foi lançada a rede dentária do Cartão Saúde AMI.

Já em 2004, ano de comemoração do 20.º aniversário da fundação, a AMI organizou o primeiro encontro nacional de voluntários da AMI, que juntou centenas de voluntários que ao longo das últimas duas décadas têm integrado as missões nacionais e internacionais da fundação.

Só em 2009, a AMI financiou 46 microprojectos de 38 organizações locais em 26 países de todos os continentes, sendo o maior número de projectos financiado na Ásia e em África. O orçamento da AMI para esta vertente ronda os 500 mil euros por ano.

Cerca de metade dos fundos da AMI provêm de donativos da sociedade civil. As entidades públicas (não especificadas), os proveitos financeiros e ainda, numa ínfima parte, a União Europeia são outros recursos da instituição.

Apesar do site estar bem estruturado, apenas o relatório de actividades de 2008 está disponível para consulta. De acordo com a AMI, um problema técnico tem impossibilitado a inclusão do relatório de actividades de 2009, bem como do relatório de contas, anexado ao relatório de actividades. A situação poderá estar regularizada nos próximos dias.

CONTACTOS

Rua José Patrocínio, 49

1900-731 Lisboa

Telefone: (+351) 218 362 100

Fax: (+351) 218 362 199

E-Mail: fundacao.ami@ami.org.pt

Site: www.ami.org.pt

BIBLIOGRAFIA
  1. AMI (s/d), Letras, Palavras e Linhas: Gestos pela Diferença
  2. AMI e autores (s/d), Viver Timor (Catálogo da Exposição de Fotos)
  3. AMI (2000), Olhares do Mundo
  4. AMI (s/d), Histórias para não adormecer – Volumes I e II
  5. AMI (s/d), 20 anos a passar fronteiras
  6. Nobre, F. (s/d), Gritos contra a Indiferença, Temas e Debates
  7. Nobre, F. (s/d), Viagens contra a Indiferença, Temas e Debates
  8. Nobre, F. (s/d), Imagens contra a Indiferença, Temas e Debates
  9. Nobre, F. (s/d), Humanidade: Despertar para a Cidadania Global Solidária
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palavras chave: ONGD sem informação disponível online
NOTA:

ONGD sem informação disponível online

CONTACTOS

Rua do Telhal, 70 - 4.º Dto. - A

1150-346 Lisboa

Tel.: (+351) 217 723 114

Fax: (351) 217 723 115

E-mail: geral@amu.org.pt

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palavras chave: ajuda humanitária, educação

A ANAFS – Associação Nacional dos Alistados das Formações Sanitárias surgiu no seio da Cruz Vermelha Portuguesa em 7 de Junho de 1991, para, congregando as capacidades dos seus sócios, prestar auxílio em situações de crise humanitária, tendo especialmente em vista promover a solidariedade. É, desde Maio 2009, ONGD registada no Ministério dos Negócios Estrangeiros, sendo automaticamente reconhecida como pessoa colectiva de utilidade pública. É membro efectivo e representante para Portugal da Rescue International Assistance League (RIAL). Está sediada em Lisboa e tem delegações em Aveiro, Beja, Braga, Coimbra, Évora, Leiria, Lisboa, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu. Tem ainda delegações regionais nos Açores e Madeira e representantes no Brasil e no Reino Unido.

Na prossecução da sua actividade, a ANAFS pretende fomentar o estreitamento dos laços de camaradagem entre os seus membros, promover e criar condições que permitam desenvolver actividades culturais, recreativas e desportivas, com especial incidência no campo do socorro e promover acções e incrementar o intercâmbio internacional com organismos congéneres.

PROJECTOS

A ANAFS tem desenvolvido as suas capacidades nas áreas da busca e salvamento urbano (USAR), na gestão de populações deslocadas e no planeamento e execução operacional de operações de socorro. Desenvolve igualmente acções de formação para as áreas acima referidas e em cursos de língua gestual portuguesa adaptada à saúde, cursos de cuidados ao idoso, cursos de cuidados ao bebé no 1º ano de vida, cursos de primeiros socorros pediátricos e dois projectos de cidadania “5 Gestos de Socorro” e “Meu 1º Guia de Emergência”. Nos últimos anos, criou unidades operacionais de comando e controlo (C2), de busca e salvamento urbano (USAR) e de gestão de deslocados (DRC). Apesar de ter apresentado várias candidaturas ao Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, a ANAFS ainda não teve nenhum projecto aprovado pela instituição.

No site da instituição, na categoria Flash, podem ser consultados relatórios de actividades e financeiros da instituição, apesar de não estarem devidamente ordenados por ano ou categorias.

CONTACTOS

Rua Arnaldo Assis Pacheco, Lote 2 - Loja A

1750-396 Lisboa

Telefone: (+351) 917 177 676

Fax: (+351) 216 032 115

E-mail: anafsnacional@gmail.com

Site: www.anafs.com

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palavras chave: ONGD sem informação disponível online

A AND é uma Associação sem fins lucrativos, de Utilidade Pública, com objetivos de Cooperação entre os povos e de combate à pobreza, que atua em situações de emergência, dentro e fora das fronteiras portuguesas. É uma Organização Não Governamental para o Desenvolvimento registada e reconhecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros do Estado Português.

Enquanto Organização de Ajuda Humanitária, a AND tem recebido amplo reconhecimento pelas atividades que desempenha nos seus setores de intervenção, mas também pela divulgação de Valores que promovem sociedades mais justas e equilibradas com vista ao aperfeiçoamento da dignidade humana.

A AND tem como lema “Mudar o mundo, Um Coração de Cada Vez” porque define toda uma estratégia de alcance pessoal. Sem filiação política ou religiosa, a AND providencia apoio a qualquer país ou indivíduo, independente da sua religião, raça, etnia ou género e baseia a sua ação na solidariedade e na justiça, orientando-se por valores de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

MISSÃO

A razão de existência da AND está enquadrada numa estratégia de alcance pessoal para aliviar o desfavorecimento, dar resposta a desastres de ordem natural ou civil e trabalhar na prevenção e reconstrução da paz e da dignidade humana convergindo ligações e recursos em programas mundiais de Desenvolvimento.

VISÃO

A Visão Estratégica da AND pretende dar continuidade a todo o trabalho que tem desenvolvido, criar infraestruturas para a autossuficiência das pessoas a quem ajuda e contribuir para a Formação e para o Desenvolvimento dos povos, promovendo uma sociedade mais íntegra e produtiva.

SECTORES

Reconhecendo a necessidade de melhorar a qualidade de vida da Humanidade, a AND tem como vocação a Ajuda Humanitária e de Cooperação a países de todo o mundo, nas áreas da Assistência, Requalificação, Economia, Saúde, Reintegração, Educação e Fé.

CONTACTOS

Rua Ester de Bettencourt Duarte 14

2625-095 (Póvoa de Santa Iria)

E-mail: geral@and-pt.org

Site: www.and-pt.org

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palavras chave: documentário, educação, formação, produção audiovisual

A Ao Norte – Associação de Produção e Animação Audiovisual surgiu em Dezembro de 1994 e tem como finalidade a a produção e a divulgação audiovisual, bem como a cooperação para o desenvolvimento, na área do ensino, educação e cultura, designadamente através da divulgação das realidades dos países em vias de desenvolvimento junto da opinião pública. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos, com estatuto de ONGD reconhecido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.

É membro da Federação Portuguesa de Cineclubes e integra e representa em Portugal o YEFF! - Young European Film Fórum For Cultural Diversity, uma plataforma formada por 14 organizações europeias que trabalha no campo da literacia para os media, responsável por iniciativas que promovem a inclusão e a diversidade cultural. Está também inscrita no Registo Nacional de Associações Juvenis do Instituto Português da Juventude.

Em 2007, a Associação Ao Norte abriu um novo espaço, em Viana do Castelo, que alberga a sede, um centro de documentação e uma galeria.

A associação centra a sua actividade em três vertentes principais: a divulgação de cinema, a produção de documentários e a formação.

PROJECTOS

Na área da divulgação promove duas sessões de cinema semanais, as Sessões Cineclubistas, no Cinema Verde Viana, e as Sessões Especiais. Já exibiu centenas de filmes, muitos deles destinados aos alunos das escolas, com o objectivo de formar novos públicos. Mantém um Centro de Documentação de Cinema, uma DVDteca e uma galeria com exposições permanentes.

Na área da produção realiza documentários de carácter etnográfico e social. No âmbito da educação para o desenvolvimento produziu, em colaboração com o Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, documentários em Cabo Verde e Angola.

No campo da formação promove regularmente workshops e organiza cursos e acções de formação junto das escolas, actividade que se estende pelos projectos Olhar o Real, Vídeo na Escola, Ambiente Digital, Eco Postal, Histórias na Praça e O Filme da Minha Vida.

Organiza, anualmente, os Encontros de Viana – Cinema e Vídeo e coorganiza o FESTAFIFE – Festival Internacional de Marionetas e Cinema de Animação.

Actualmente, na área da formação, a Ao Norte criou o curso Olhar o Real, que tem como objectivo proporcionar um espaço de aprendizagem e de experimentação, através da realização de documentários em vídeo digital. Através deste curso, pretende-se que cada formando, ou grupo de formandos, realize um filme documentário, com uma duração entre 10 e 20 minutos, que aborde um aspecto da realidade quotidiana e traduza, de alguma maneira, o seu “olhar” pessoal.

Na mesma linha, o projecto Vídeo na Escola promove o contacto dos alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico com a linguagem audiovisual, já que a partir de uma história proposta pela turma elabora-se o guião, trabalha-se o storyboard, escolhem-se os actores e parte-se para o registo das imagens. O projecto será lançado nas escolas do concelho de Viana do Castelo por uma equipa da Associação Ao Norte – Associação de Produção e Animação Audiovisual e tem como produto final um vídeo realizado sobre cada uma das histórias das turmas seleccionadas.

Também o projecto EcoPostal é desenvolvido de forma a promover a literacia audiovisual dos alunos do ensino básico e secundário, cruzando a aprendizagem da gramática audiovisual com o estudo do meio, sensibilizando para a abordagem de aspectos relacionados com o ambiente. Outro dos objectivos é a criação a nível de escola, e à escala regional, uma rede de realização e exibição de vídeos feitos em contexto escolar; tendo como tema geral o ambiente.

No que diz respeito à Educação para o Desenvolvimento, a Ao Norte produziu dois videogramas com alunos de escolas de Cabo Verde e Angola, em colaboração com a Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, que são um ponto de partida para um trabalho de abordagem de questões relacionadas com o Desenvolvimento. Dando continuidade ao trabalho realizado anteriormente, a Ao Norte criou o projecto Abraço Digital que, a partir desses materiais, promove junto dos jovens que frequentam o 2.º Ciclo do Ensino Básico em escolas da região, uma reflexão sobre a interculturalidade, sobre os problemas de desenvolvimento e as desigualdades, consciencializando-os para a sua responsabilidade enquanto cidadãos.

Um dos principais financiadores é o Governo Civil de Viana do Castelo. Apenas o plano de actividades referentes a 2010 está disponível no site da organização. Não há registo de relatórios de actividades e contas dos anos anteriores.

CONTACTOS

Praça D. Maria II, 113, r/c

4900-489 Viana do Castelo

Telefone: (+351) 258 821 619

Fax: (+351) 258 821 619

E-mail: ao-norte@nortenet.pt

Site: www.ao-norte.com

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: ajuda de emergência, países lusófonos

Recentemente criada, em Novembro de 2009, a APA – Associação Cívica de Solidariedade Procurar Abraços é reconhecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros como instituição com estatuto de pessoa de utilidade pública. Localiza-se em Setúbal. Toda a sua acção se regre pela Convenção Sobre os Direitos da Criança, Carta Universal dos Direitos do Homem e Carta Universal dos Direitos do Idoso (ainda em aprovação na ONU).

A APA intervém sobretudo em países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa e outros em situação de catástrofe.

PROJECTO

Está em curso um projecto de intervenção e desenvolvimento social integrado em São Tomé e Príncipe focado na educação e formação da população. Os principais financiadores da associação são empresas ao abrigo da Responsabilidade e Inovação Social, e o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento. Até ao momento a APA não beneficiou de qualquer financiamento estatal por não ter apresentado propostas.

Como se trata de uma organização com actividade muito recente, os relatórios de actividades e financeiros estão ainda em fase de construção.

CONTACTOS

Rua Moinho do Frade

Lote 26 -5.º C -2910-616 Setúbal

E-mail: associacao.procurar.abracos@gmail.com

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palavras chave: Cooperação para o Desenvolvimento, formação profissional

A APCD aparece como um grupo informal em 1968, tendo sido constituída como associação privada sem fins lucrativos em 1972. A associação, sediada em Lisboa, tem como objectivos proporcionar formação profissional na área dos serviços pessoais e à comunidade, em administração e gestão de instituições e colectividades, bem como organizar actividades de carácter cultural e acções de solidariedade social. Para além das áreas da formação e educação, a APCD intervém na área da Cooperação para o Desenvolvimento, com projectos implementados em vários países africanos, como Angola, Cabo Verde, Quénia, República Democrática do Congo, Moçambique; asiáticos, nomeadamente, Timor-Leste e Cazaquistão; e ainda no Peru.

Desde a sua formação que a organização tem apostado na formação profissional, principalmente, nas áreas dos serviços à pessoa e à comunidade e da hospitalidade. Neste sentido, a APCD promove diversos Centros de Formação Profissional, em Lisboa, Porto, Viseu e Montemor-o-Novo, onde decorrem cursos de curta ou média duração.

Os relatórios de actividades e contas da associação não estão acessíveis no site.

CONTACTOS

Rua Padre Francisco Álvares, 40

1500-478 Lisboa

Telefone: (+351) 217 711 880

Fax: (+351) 217 711 889

Email: apcd@apcd.pt

Site: www.apcd.pt

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: consultoria

A APCS – Associação Portuguesa de Consultores Seniores é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 1998 e classificada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros como ONGD e membro da Plataforma Portuguesa de ONDG, que tem como objecto a prestação de assistência especializada, técnica ou administrativa, a pessoas ou entidades, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, através de quadros seniores seus associados, dispostos a oferecer os seus conhecimentos e experiência profissional sem remuneração de base e sem qualquer espírito de concorrência com outras associações ou gabinetes de consultores. Localiza-se em Lisboa.

Tem uma intervenção e/ou ajuda baseada em know-how técnico especializado, levada a cabo por mais de 100 quadros altamente qualificados, associados da APCS, e cobrindo múltiplas áreas técnicas, desde a Agricultura, a Arquitectura, a Economia, a Engenharia, o Ensino, até aos Recursos Humanos, entre outros. Desta forma, dinamiza projectos de reestruturação empresarial, avaliação estratégica de empresas e planos de negócio para startups. Realiza ainda análise de investimentos, estudos de viabilidade económica e relatórios de análise da indústria de software.

PROJECTOS

Ao longo de 20 anos de existência, a APCS participou em inúmeros projectos nacionais e internacionais, como o programa de apoio à Associação Nacional de Jovens Empresários, através da realização de mini auditorias a projectos financiados. No plano comunitário, a associação realizou 14 missões de apoio técnico, das 250 desenvolvidas nos países da antiga União Soviética, como Uzbequistão, Cazaquistão e Mongólia, coordenadas a partir de Bruxelas pelo ESSN – European Senior Service Network. Esta foi uma das diversas missões e consultas avulsas do Gabinete em Bruxelas.

Para o BEI – Banco Europeu de Investimento, a organização procedeu à avaliação de projectos financiados na Namíbia e em Moçambique e, em 2006, participou como “project partner”, na “China Conference of International Exchange of Professionals”, organizada pela SAFEA – State Administration of Foreign Affairs.

O relatório de actividades e contas não estão disponíveis no site da instituição.

CONTACTOS

Praça das Indústrias, Edifício AIP

1300-307 Lisboa

Telefone: (+351) 213 601 479 / 213 601 428

Fax: (+351) 213 601 104

E-mail: info@apcs.org.pt e seniores@sapo.pt

Site: www.apcs.org.pt

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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