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palavras chave: Cooperação Multilateral, Ajuda Pública ao Desenvolvimento, Eficácia da Ajuda

O Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (CAD/OCDE) é uma organização multilateral criada em Setembro de 1961, sendo um Fórum Internacional constituído pelos principais doadores bilaterais e tendo como observadores permanentes o FMI, o Banco Mundial e o PNUD. Convém salientar que nem todos os membros da OCDE são membros do CAD.

A estrutura de topo do organismo é constituída pelo Gabinete do Presidente do CAD e pela Direcção de Cooperação para o Desenvolvimento (DCD). Segundo a OCDE (2010), a DCD actua como o “secretariado” do CAD, proporcionando-lhe conhecimentos técnicos e capacidade operacional que lhe permitem:

_ Ser a fonte de estatísticas oficiais da Ajuda Pública ao Desenvolvimento e de mobilizar fundos para a mesma;

_ Avaliar as políticas de cooperação para o desenvolvimento dos membros e a sua implementação através das avaliações pelos pares;

_ Melhorar a eficácia da ajuda, tornando-a mais alinhada, harmonizada e focada nos resultados;

_ Fornecer análises, orientações e boas práticas em áreas-chave do desenvolvimento, tais como o ambiente, conflitos e fragilidade, igualdade de género, governança, redução da pobreza, avaliação, desenvolvimento de capacidades, a ajuda ao comércio e na arquitectura da ajuda;

_ Apoio à coerência das políticas para o desenvolvimento através de avaliações pelos pares e da colaboração com outras comunidades políticas.

O CAD possui um conjunto de órgãos subsidiários, os Grupos de Trabalho em Estatísticas e da Eficácia da Ajuda, a Rede de Avaliação do Desenvolvimento, a Rede da Igualdade de Género, a Rede da Cooperação para o Desenvolvimento e Ambiente, a Rede de Redução da Pobreza, a Rede da Governança e a Rede Internacional para o Conflito e a Fragilidade(1).

Este é o organismo da OCDE afecto às questões da Cooperação para o Desenvolvimento, porém não contribui directamente para esta (ou seja, não executa projectos nem a financia), definindo directrizes da política de ajuda ao desenvolvimento de um modo conjunto entre os doadores com o objectivo de obter a “harmonização dos procedimentos e práticas [destes] por forma a melhorar a eficácia da Ajuda e a coordenação de esforços e recursos internacionais a favor dos países receptores da Ajuda” (Afonso e Fernandes, 2005). O CAD produz declarações e orientações políticas, sendo que, ocasionalmente, estes são emitidos como recomendações formais, a denominada “soft law” (OCDE, 2010).

A Avaliação pelos Pares é realizada a 5 ou 6 dos seus membros consistindo numa análise às suas políticas e estratégias nacionais para a Cooperação para o Desenvolvimento (incluindo uma análise da assistência humanitária) e para verificar se estão a colocar em prática as recomendações e orientações acordadas no CAD. A assistência humanitária é avaliada para verificar se os 35 doadores (incluindo todos os membros do CAD) estão a prosseguir os princípios da Boa Ajuda Humanitária, através da promoção da coerência política e operacional no sector humanitário, da melhoria das condições de financiamento humanitário e da promoção de padrões de acção humanitária (OCDE, 2010).

As actividades centrais do CAD prendem-se com o alinhamento da sua acção com dois documentos importantes para a melhoria da eficácia da Ajuda, e são eles a Declaração de Paris para a Eficácia da Ajuda e a Agenda de Acção de Acra. A Declaração de Paris (DP) subscrita em Maio de 2005, por uma série de actores intervenientes na Ajuda ao Desenvolvimento, é um mapa de acção com o objectivo de melhorar a qualidade da Ajuda e os seus impactos no desenvolvimento até 2010, tendo estabelecido um sistema de monitorização internacional com o objectivo de assegurar o cumprimento dos compromissos de doadores e receptores da Ajuda (OCDE, 2011). Foram estabelecidos os 5 princípios da eficácia da Ajuda Externa: Apropriação pelos beneficiários das estratégias e políticas de desenvolvimento, alinhamento das estratégias dos doadores com a dos receptores, harmonização da acção dos países doadores, gestão dos recursos e dos processos de tomada de decisão para os resultados e por último, a responsabilização mútua por doadores e receptores da Ajuda dos resultados do desenvolvimento (OCDE, 2011).

A Agenda De Acra para a Acção (AAA) tem como objectivos centrais acelerar a implementação da DP, fazer um balanço do avanço rumo às metas de 2010 e fomentar a capacidade de desenvolvimento dos países (OCDE, 2011). A AAA propõem as três áreas mais importantes para a implementação: maior envolvimento dos países nos processos de desenvolvimento, fomento de parcerias inclusivas (com países emergente e outros organismos, etc) e que a Ajuda tenha impactos reais e mensuráveis no desenvolvimento (OCDE, 2011).

(1) Para descrição mais detalhada destes órgãos consultar o site do CAD/OCDE e OCDE (2010).

BIBLIOGRAFIA

Afonso, M. e Fernandes, A. (2005). abCD Introdução à Cooperação para o Desenvolvimento

OCDE. (2010). Inside the DAC – A Guide to the OECD Development Assistance Committee~

OCDE. (2011). The DAC – 50 years, 50 highlights

AUTORIA

Ruben Ribeiro

Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Desenvolvimento e Cooperação Internacional, da licenciatura em Administração Pública, da Universidade de Aveiro

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NOTA:

ONGD sem informação disponível online

CONTACTOS

Hospital Geral

Centro Hospitalar de Coimbra

3041-856 Coimbra

Telefone: (+351) 239 800 093

Fax: (+351) 239445737

E-mail: cadesp@cadesp.pt

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palavras chave: emergência, igreja, países lusófonos

Constituída em 1956, a Cáritas Portuguesa, enquanto serviço da Conferência Episcopal Portuguesa, é uma instância típica e oficial da Igreja para a promoção e dinamização da sua acção social. Inspirada na Sagra Escritura e na Doutrina Social da Igreja, visa a assistência, a promoção humana, o desenvolvimento sócio-local e a intervenção social em ordem transformação da sociedade. A organização rege-se por estatutos próprios, tem personalidade jurídica, civil e canónica. Por ser uma instituição canonicamente erecta, ao abrigo da Concordata, não necessita de publicação em Diário da República.

Desde 2002 que é reconhecida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros como ONGD. É membro da Caritas Internationalis (confederação de 162 organizações católicas de ajuda, de desenvolvimento e de serviço social a operarem em 201 países, em todo o mundo) da Caritas Europa (plataforma que congrega as Caritas de todos os países europeus) da Plataforma Portuguesa das ONGD (membro fundador), do Fórum não Governamental para a Inclusão Social, da Confederação Portuguesa do Voluntariado e da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade. Pertence, também, ao Fórum das Cáritas Lusófonas.

A Cáritas Portuguesa, enquanto organização de âmbito nacional, não tem acção directa com beneficiários, à excepção dos programas de formação (cujos beneficiários são agentes da rede) e das actividades de cooperação e emergência. Cabe-lhe um papel de coordenação e articulação. Em Portugal, a rede Cáritas é composta por 20 Cáritas Diocesanas (entidades autónomas canónica e juridicamente) e pelos grupos locais de actuação de proximidade, cobrindo a totalidade do território nacional. Estes serviços dinamizam respostas sociais destinadas a pessoas e famílias que estão em situação de vulnerabilidade social e económica.

ACTUAÇÃO

A organização defende a construção de uma sociedade mais justa, com a participação de todos e todas que se regem pelo mesmo ideal, procurando, de modo particular, envolver os que são atingidos por qualquer forma de pobreza ou exclusão social, não esquecendo os que são vítimas de calamidades, naturais ou humanas, sem olhar a crenças, culturas, etnias ou origens.

Pretende informar, denunciar e sensibilizar a sociedade, propondo medidas de solução para problemas sociais graves, através de assistência e apoio nas emergências, a promoção da autonomia das pessoas, o apoio a processos de desenvolvimento local e de uma intervenção junto dos centros de decisão política. Actua ainda na formação de agentes de voluntariado e na conservação do meio ambiente sustentável.

No plano internacional, visa a actuação em situações de emergência e ainda a promoção da Cooperação Internacional com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor-Leste.

Entre os anos 50 até meados dos anos 70, as suas actividades centraram-se, fundamentalmente, na distribuição de géneros alimentares pela população portuguesa, doados pelos Estados Unidos da América e no acolhimento, em famílias portuguesas, de crianças vindas dos países do centro da Europa, no início das tensões da guerra fria no pós-guerra.

Entre 1970 e o ano 2000, desenvolveu programas de promoção social entre os quais se realçam: o apoio à criação de postos de trabalho, a criação e funcionamento de equipamentos sociais, a formação dos seus agentes, a actuação promovendo o desenvolvimento local e a intervenção junto dos centros de decisão política.

Actualmente, intervém nos domínios da animação pastoral, na formação dos agentes, na intervenção social, nas emergências e na cooperação para o desenvolvimento. Pretende informar, denunciar e sensibilizar a sociedade, propondo medidas de solução para problemas sociais graves, através da assistência e apoio de emergência, a promoção da autonomia dos indivíduos e a intervenção junto dos centros de decisão política. Visa ainda a formação de agentes de voluntariado e Cooperação Internacional, em parceria com outras instituições.

PROJECTOS

A Cáritas tem realizado projectos de qualificação e formação de técnicos de forma a capacitar as entidades que trabalham com pessoas em dificuldade de inserção social, como o projecto Convergências, desenvolvido (2002 a 2004), Envolver + (2003-05), ou Form@r em Rede (2005-08). E-qualificação (2008-2008) Destaca-se, também, o Centro de Recursos que é um núcleo divulgador de conteúdos e experiências, visando a promoção da qualidade da intervenção e a rentabilização dos recursos de todos e de cada um dos elementos da rede Caritas.

Desde 2008 até ao final de 2010, a Cáritas dinamizou o projecto Igualitas, de forma a promover a integração da perspectiva de género nas diferentes rotinas da rede Cáritas em Portugal. No biénio 2010-2011, com o projecto Qualintegra, a organização pretende implementar sistemas de gestão de qualidade na rede Cáritas no âmbito do Programa Formação-Acção.

Desde 2002 que realiza, anualmente, a operação “10 Milhões de Estrelas – Um Gesto pela Paz” cujo objectivo fundamental é sensibilizar a opinião pública para as questões da paz, da justiça e da solidariedade

No sector da cooperação para o desenvolvimento, várias acções foram desenvolvidas com os países Lusófonos, em áreas como: o desenvolvimento agrícola, a formação ou as actividades geradoras de recursos. A implementação dos projectos é sempre realizada pelos parceiros locais – Cáritas nacionais – de acordo com os princípios de cooperação estabelecidos pela Cáritas Internationalis, CEP e em articulação com outras instituições da Igreja. Os recursos financeiros provêm de campanhas específicas de recolha de donativos ou de candidaturas a projectos.

Nas situações de emergência internacional, a rede mundial da Cáritas, profundamente enraizada nas comunidades, permite uma actuação rápida e coordenada com as Igrejas e parceiros locais. Os princípios de actuação, que incluem normas básicas de gestão, de informação e de participação, asseguram acções consideradas prioritárias a favor das vítimas. Tem ainda como princípio inalienável fazer com que os recursos cheguem, efectivamente, aos seus legítimos destinatários, apoiando-se numa estrutura ágil e no respeito pelas orientações das nossas congéneres locais. Garante-se, também, o empenhamento no acompanhamento dos projectos implementados de modo a conseguir a sua necessária sustentabilidade.

A Cáritas tem como fontes de financiamento o aluguer de um edifício, o peditório anual da semana, os donativos e a imputação de despesas a projectos co-financiados. Apenas os relatórios de actividades referentes aos anos de 205 e 2008 estão disponíveis no site da organização. Não há registo de relatórios financeiros.

CONTACTOS

Praça Pasteur n.º 11 – 2.º Esq.

1000-238 Lisboa

Telefone: (+351) 218 454 220

Fax: (+351) 218 454 221

E-mail: caritas@caritas.pt

Site: www.caritas.pt

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palavras chave: investigação, África

Com personalidade jurídica desde 1997, o CEAUP – Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto é uma associação privada de natureza científica, sem fins lucrativos, reconhecida como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. A sua sede localiza-se na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

África é o seu objecto de investigação, de divulgação, de acção. Os objectivos fundamentais do centro são a investigação científica disciplinar e interdisciplinar, em confronto com a realidade, recebendo e transmitindo conhecimentos, com humildade e perseverança e a divulgação pedagógica, coloquial e editorial, recorrendo aos métodos consagrados ou promovendo a imaginação criadora. Além disso, intervém ainda na área da acção cultural e cívica visando uma melhoria das condições de vida.

CONTACTOS

Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Via Panorâmica – s/n

4150-564 Porto

Telefone: (+351) 226 077 141

Fax: (+351) 226 091 610

E-mail: ceaup@letras.up.pt

Site: www.africanos.eu/ceaup

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: agricultura, desenvolvimento rural, regiões tropicais

O interesse crescente do Instituto Superior de Agronomia (ISA) pelas questões relacionadas com o desenvolvimento, em particular com o desenvolvimento rural, complementado pela importância que o combate à pobreza, à fome e à doença culminou na criação do CENTROP – Centro de Estudos Tropicais para o Desenvolvimento em 2004. Reconhecida desde 2009 como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, a organização tem como objectivos principais a promoção e apoio ao desenvolvimento sustentável em regiões tropicais através da participação em projectos de desenvolvimento, da investigação científica, da realização de estudos sobre agricultura e o Desenvolvimento Rural, e da divulgação de temas e acções de formação relacionadas com o desenvolvimento técnico, económico e social.

A sua acção desenvolve-se através da participação em projectos de desenvolvimento, da investigação científica e da realização de estudos sobre a agricultura e o desenvolvimento rural.

PROJECTOS

Nesse sentido, a CENTROP iniciou em 2008 um programa de Apoio à Formação Avançada de Quadros do Ministério da Agricultura de Angola. Ainda em Angola, o centro lançou o Programa de Desenvolvimento Agrícola e Rural que visa contribuir para a melhoria das condições de vida e de trabalho da população camponesa de Angola, através do apoio ao Plano de Extensão e Desenvolvimento Rural.

Em Cabo Verde, o CENTROP está a apoiar a implementação de um programa de mestrado em Agronomia e Recursos Naturais na Universidade de Cabo Verde (Uni-CV).

O IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento é o principal financiador da instituição. Os relatórios de actividades e de contas encontram –se disponíveis no site da CENTROP.

CONTACTOS

Instituto Superior de Agronomia, Tapada da Ajuda

1349-017 Lisboa

Telefone: (+351) 213 653 128

Fax: (+351) 213 653 195

E-mail: centrop@isa.utl.pt

Site: www.centrop.org

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palavras chave: cultura, integração social, jovens

O Chapitô é uma associação de direito privado e sem fins lucrativos que tem como objectivo principal a integração social de jovens através das artes. É um espaço de acolhimento, de acompanhamento e ponto de partida para a integração, em que a área Social se cruza com as áreas Cultural e Formativa.

Hoje em dia, o Chapitô é uma Instituição com obra reconhecida nas áreas do cultural, do social e da formação.

PROJECTOS

Ao longo das últimas décadas, o Chapitô tem desenvolvido trabalho de animação sócio-formativa, com os jovens dos Centros Educativos da Bela Vista e Navarro de Paiva, em situação de tutela do Tribunal de Menores.

O primeiro projecto da instituição foi a criação da Escola de Circo Mariano Franco, no Bairro Alto. Em 1986, iniciou um trabalho de intervenção na área da Justiça, junto dos meninos do ex-COAS (Centro de Observação e Acção Social) sendo pioneira neste campo de acção sócio-educativa.

Criou a Residência Aberta – Casa do Castelo, que acolhe temporariamente os jovens, com quem a instituição trabalha, oferecendo apoio psicológico, jurídico, e promovendo a formação e integração no mercado de trabalho. Cada jovem é encarado nas suas várias dimensões e apoiado na construção de um projecto de vida sustentável.

Na área social e educacional existe ainda o Centro de Acolhimento Infantil João dos Santos que acolhe diariamente crianças, na sua maioria oriundas de famílias carenciadas e o Projecto ATL Jovem – Porta Aberta onde são desenvolvidas uma série de actividades, proporcionando aos jovens e crianças momentos de aprendizagem informais, através de práticas culturais e educativas.

A Área de Formação sustenta e corporiza a intervenção da organização que tem como singularidade a animação pelas artes circenses. Já a Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo e os Cursos de Fim de Tarde (EPAOE) são o campo nuclear da intervenção, que deseja criar laços de aprendizagem, ao longo da vida. Nesta área, para além da educação formal, o Chapitô proporciona aos alunos da EPAOE uma formação não-formal através de workshops, conferências, colóquios, debates e experiências com profissionais de diversas áreas artísticas.

A Área cultural é uma das vocações do Chapitô, centrada na cidadania activa; nas artes circenses e performativas, é uma componente de grande importância no projecto e em intenso cruzamento com as outras Áreas. Os pólos mais evidentes da área cultural são a Companhia Profissional, a Produção de Espectáculos e Animações, a Produção Audiovisual e o Centro de Documentação e Biblioteca.

CONTACTOS

Rua Costa do Castelo, 1 a 7

1100-176 Lisboa

Telefone: (+351) 218 878 225

Fax: (+351) 218 861 463

E-mail: mail@chapito.org

Site: www.chapito.org

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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palavras chave: cooperação internacional, países lusófonos

A CIC-Portugal, Associação para a Cooperação, Intercâmbio e Cultura é uma ONG, vocacionada para a cooperação internacional, numa óptica de desenvolvimento integrado e sustentável, bem como para a intervenção social junto das populações mais fragilizadas. Criada em 1992, é membro da Plataforma Portuguesa das ONGD e está registada, desde 1998, no Ministério dos Negócios Estrangeiros. A sua sede localiza-se em Lisboa.

A organização tem por objectivo principal desenvolver acções de Cooperação, Intercâmbio e Cultura nos domínios das especialidades científicas e técnicas dos seus membros, em Portugal e com países em desenvolvimento. Está envolvida em projectos de Cooperação para o Desenvolvimento em países como Angola, Cabo Verde e Moçambique e em projectos de Intervenção Social em território português.

PROJECTOS

Desde a sua formação, a CIC desenvolveu já cerca de 180 projectos em Angola, Brasil, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Honduras, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Senegal, Timor e Portugal, mantendo como princípios orientadores da sua intervenção, o conhecimento e o respeito pelas diferentes culturas, independentemente das suas características étnicas, religiosas, ou outras.

Atenta aos problemas da sociedade portuguesa, em 1998 a CIC-Portugal alargou a sua actividade a projectos de intervenção social na área da grande Lisboa. Neste âmbito, implementou diversos projectos que em muito têm contribuído para promover a (re)inserção de pessoas excluídas e/ou em riscos de exclusão social e profissional, nomeadamente, desde 2001, o projecto Orientar e a Residência de Alcântara e o GIP Orientar, implementado em 2009. Através do programa Orientar, a CIC fez parte do Grupo de Trabalho para a Pessoa Sem Abrigo (PSA) que, no âmbito da Rede Social de Lisboa, elaborou o Plano de Cidade para a intervenção junto desta população, tendo sido, de igual modo, uma das instituições convidadas a integrar a Plataforma PSA, que tem por missão assegurar os mecanismos que permitam dar continuidade e sustentabilidade aos resultados e impactos deste Plano de Cidade, em estreita relação com o CLAS de Lisboa.

Em Angola, a CIC-Portugal iniciou a sua actividade, em 1992, mais precisamente em Luanda no Municípo de Rangel com a recuperação física e funcional dos dois Centros de Saúde daquele bairro - Terra Nova e Rangel. Em 1993, a Associação estendeu a sua actividade aos Hospitais de Caxito e de Catete e posteriormente à Província do Uíge, onde desenvolveu um importante trabalho na área da saúde. Nos últimos 16 anos de actividade da CIC-Portugal em Angola foram desenvolvidos 88 projectos de ajuda humanitária de urgência, de reabilitação e de desenvolvimento. Inicialmente nas áreas da saúde e da ajuda alimentar, evoluindo para as áreas da educação, da formação profissional e do fomento agrícola.

Já em Cabo Verde, a organização lançou um projecto na área da Educação – o Escola Feliz II – melhorando o nível de ensino do Município de Santa Catarina, Ilha de Santiago através da formação pedagógica dos gestores escolares e da formação pedagógica e científica dos professores do Ensino Básico Integrado.

No que diz respeito a Moçambique, a intervenção da organização está relacionada com campanhas de solidariedade e envio de donativos, desde produtos alimentares a roupa e material escolar.

Os relatórios de actividades e contas não se encontram disponíveis para consulta no site da instituição.

CONTACTOS

Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, n.º 61 C, esct 11

1070-061 Lisboa

Telefone: (+351) 213 857 141

Fax: (+351) 213 858 151

Telemóvel: (+351) 916 611 202 ou (+351) 919 810 029

E-mail: cic.geral@netcabo.pt, cicportugal@cicportugal.pt

Site: www.cicportugal.pt

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Informação ainda não confirmada pela instituição

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NOTA:

ONGD sem informação disponível online

CONTACTOS

Rua dos Poiais de S. Bento, 120 A

1200-350 Lisboa

Telefone: (+351) 213 901 362

Fax: (+351) 213 904 431

E-mail: geral@esc-rights.org

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palavras chave: cooperação,desenvolvimento,juventude,cidadania

Criado em 1985, o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) consiste na representação de organizações de juventude de âmbito nacional. Essas organizações englobam diversas áreas, sendo elas de cariz cultural, ambiental, partidárias, estudantis, sindicalistas e confessionais.

O CNJ abrange múltiplas áreas de trabalho, como o associativismo e participação juvenil (consiste na participação dos jovens na definição das políticas que lhes dizem directamente respeito), educação (é de máxima importância o reconhecimento do papel educativo das associações juvenis), emprego e assuntos sociais (estes dois temas não podem deixar de fazer parte das áreas de trabalho do CNJ porque o Emprego é uma realidade que diz respeito a todos os jovens, sejam eles estudantes, empregados ou desempregados), ambiente, saúde e qualidade de vida (relativamente ao Ambiente e Qualidade de Vida trabalham-se as questões como o trabalho de sensibilização e consciencialização das populações em geral e dos jovens em particular e a educação para um consumo responsável e sustentável), relações internacionais (o Conselho Nacional de Juventude tem de desenvolver o seu papel fora de Portugal, assim sendo as Relações Internacionais não podem deixar de constituir uma das suas áreas de trabalho, contribuindo para a sua formulação, execução, avaliação e divulgação), bolsa e formadores (a Bolsa de Formadores do Conselho Nacional de Juventude é uma ferramenta de implementação de processos educativos do CNJ).

OBJECTIVOS

O Conselho Nacional de Juventude apresenta um vasto conjunto de objectivos, como por exemplo constituir uma plataforma de diálogo e troca de opiniões entre as organizações e conselhos de juventude (promovendo o debate), contribuir para o incentivo e desenvolvimento do associativismo juvenil, reivindicar o direito à consulta sobre todos os assuntos que respeitem à juventude portuguesa em geral, colaborar com os organismos da Administração Pública através da realização de estudos e informações relacionados com interesses juvenis, apoiar técnica e cientificamente as organizações de juventude e os conselhos regionais de juventude aderentes, promover o diálogo e intercâmbio com organizações estrangeiras, publicar e apoiar a divulgação de trabalhos sobre a juventude.

Após a enumeração destes objectivos e a própria definição de Conselho Nacional da Juventude constata-se que este promove a cooperação para o desenvolvimento. Entende-se por cooperação para o desenvolvimento um conjunto de operações com o objectivo primordial de aumentar o nível de conhecimento da população, bem como as suas qualificações, competências e bem-estar.

PARCEIROS DA CNJ

O Conselho Nacional da Juventude possui diversos parceiros, sendo eles: Fórum europeu da juventude, Instituto da droga e toxicodependencia, Campanha do milenbio das nações unidas, conselho nacional de educação, Campanha todos diferentes todos iguais, Campanha pela diversidade contra a discriminação, Fundação para a divulgação das tecnologias de informação, centro Norte Sul do conselho da europa, comissão para a cidadana e igualdade de género, Alto comissário para a imigração e diálogo intercultural, Instituto portugues de apoio ao desenvolvimento.

BIBLIOGRAFIA

_ Afonso, Maria Manuela & Fernandes, Ana Paula (2005) “Introdução para a cooperação internacional”, Lisboa;

_ Sangreman, Carlos (2009) “A teoria da cooperação internacional para o desenvolvimento e o estado da arte da cooperação portuguesa”, colecção de documentos de trabalho, nº80, Lisboa

SITE

www.cnj.pt

AUTORIA

Catarina da Cruz Silva

Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Desenvolvimento e Cooperação Internacional, da licenciatura em Administração Pública, da Universidade de Aveiro

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palavras chave: projectos, IMVF, Educação para o Desenvolvimento, Políticas para Desenvolvimento, Portugal

O projecto Coerência.pt – O Desafio do Desenvolvimento é um projecto do IMVF - Instituto Marquês de Valle-Flôr que pretende contribuir para a erradicação da pobreza, promovendo a Coerência das Políticas para o Desenvolvimento através da sensibilização e monitorização de decisores políticos, funcionários públicos, organizações não governamentais para o Desenvolvimento e opinião pública em geral.

Trata-se de uma iniciativa de várias ONG europeias, entre as quais o IMVF, co-financiado pela Comissão Europeia e pelo IPAD.

Consulte o site Coerência.pt.

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