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palavras chave: acção social, voluntariado, cooperação internacional

O G.A.S.Porto – Grupo de Acção Social do Porto, criado em 2002, é constituído por um grupo de voluntários que procura servir quem mais precisa. A associação, que actua em regime de voluntariado e desenvolve projectos de Educação e Cooperação para o Desenvolvimento, surgiu a partir do exemplo e das boas experiências vividas, pelos cinco fundadores, no G.A.S.Nova, Grupo de Acção Social da Faculdade de Ciências da Universidade Nova - Lisboa.

Desde 2007, o GAS Porto é composto por dois grupos: o Grupo de Jovens e o grupo “de adultos” – G.A.S.Porto Abrigo, apresentando como enquadramento legal o estatuto de ONGD reconhecido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. A sua sede localiza-se na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

O G.A.S.Porto (Grupo de Jovens e G.A.S.Porto Abrigo) actua segundo três linhas orientadoras: projectos de Acção Social através de actividades semanais de voluntariado e projectos humanitários; capacitação de voluntários; e angariação de fundos que garantam a sustentabilidade do grupo (ex. peditórios, patrocínios, concertos, jantar de beneficência, churrasco solidário). Com projectos em Portugal (Porto e Vila Meã), em Moçambique, em Cabo Verde e em Timor-Leste, as actividades da associação enquadram-se nas áreas da saúde, educação, dinamização social, tecnologia e engenharia e desenvolvimento rural.

PROJECTOS

Durante todo o ano o G.A.S.Porto desenvolve actividades de acção social em Portugal, nomeadamente na área do grande Porto. No sentido de dar continuidade a essas actividades e de responder às imensas necessidades das pessoas ainda mais carenciadas, o Grupo de Jovens desenvolve projectos missionários, durante os meses de Agosto e Setembro, em Portugal e em países em Desenvolvimento, nomeadamente em Moçambique, em Cabo Verde e Timor-Leste.

Em 2008, a organização iniciou projectos humanitários de curta (um mês) e longa duração (mais de 6 meses) em Timor-Leste. Os projectos de voluntariado semanal promovem o voluntariado junto de diversas instituições do Grande Porto, nomeadamente, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM); o Clube Porta Aberta, onde os voluntários dão apoio escolar às crianças do Bairro do Cerco; o FEUPSocial que existe para tornar mais fácil, mais acolhedora e mais feliz, a passagem dos jovens pelo mundo universitário; a Casa do Vale e o Lar Juvenil de campanha que recebem jovens retirados à família pelo tribunal e onde o G.A.S.Porto proporciono momentos lúdicos e de estudo; o Centro Social das Antas e o Lar das Fontainhas, onde a actuação do G.A.S.Porto passa pela companhia e o diálogo com quem vive bastante isolado.

No que diz respeito aos projectos de voluntariado humanitário, em Portugal é promovido o voluntariado durante três semanas de Agosto na Vila Meã, pequena vila do concelho de Amarante, caracterizada por uma população envelhecida. Durante esse período, oito voluntários dinamizam actividades no Centro de Dia da Paróquia de Real, além de darem apoio domiciliário e realizarem actividades lúdico-pedagógicas para as crianças da vila.

A nível internacional, desde 2003 que a G.A.S.Porto tem vindo a actuar na Vila da Macia, através da implementação de projectos de voluntariado, como a iniciativa “Pfuka U Famba”– um centro de reabilitação nutricional, dirigido para crianças com desnutrição moderada entre os 0 e 3 anos; o projecto “Crescer de Mãos Dadas” que promove o apadrinhamento de crianças órfãs e vulneráveis da Vila da Macia, a iniciativa “Amigo positivo”, tendo como premissa o voluntariado da pessoa com HIV/SIDA junto da comunidade, apoiando a sua reabilitação, estabilização e sustentabilidade da pessoa com HIV/SIDA através da oportunidade de ter um ofício; e o Projecto “Kukula” – um Centro de Educação e Desenvolvimento Infantil, a funcionar em 3 bairros de Macia.

Em Timor, onde o G.A.S.Porto está desde 2003, tem desenvolvido um projecto de voluntariado que acontece na cidade de Aileu, com um Centro de Estudos “Juntos Pela Educação”, resultante da parceria do ISMAIK com o G.A.S.Porto e o Jardim Infantil Sementinhas. Em 2009, o G.A.S.Porto estende geograficamente a sua actuação e vem a dar início ao projecto Saúde em Movimento de prevenção da Tuberculose, em colaboração com a Clínica Bairo Pité, em Tibar.

Em Cabo Verde, o G.A.S.Porto iniciou a sua missão em 2010, com projectos na área da Educação.

Os relatórios de actividades e contas não estão disponíveis online para consulta.

CONTACTOS

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Rua Dr. Roberto Frias s/n

4200-465 Porto

Telefone: (+351) 93 897 30 26

Telemóvel: (+351) 91 707 88 40

E-mail: geral – info@gasporto.org / grupo de jovens – gpjovens@gasporto.org / GASPorto Abrigo – gpabrigo@gasporto.org

Site: www.gasporto.pt

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palavras chave: teatro, intervenção social

O GTO LX – Grupo de Teatro do Oprimido é ONGD empenhada em estimular a participação activa e consciente dos cidadãos na construção da sociedade. Desta forma, trabalha directamente com populações desfavorecidas, formando grupos de Teatro Fórum que criam espectáculos a partir de situações reais por si vividas, e que são, posteriormente, apresentados à comunidade.

No Teatro Fórum o espectador é estimulado a entrar em cena para improvisar, como protagonista, soluções alternativas ao problema encenado.

A comunidade é assim envolvida de forma directa e activa na análise, discussão e exploração de estratégias de actuação perante problemas comuns, provocando a consciência comunitária e a participação cidadã.

A metodologia do Teatro do Oprimido foi desenvolvida por Augusto Boal no Brasil, em meados da década de 60, e é hoje praticada em mais de 70 países. Trata-se uma metodologia e uma prática teatral cujo objectivo é a democratização do teatro como uma ferramenta capaz de provocar o empowerment dos participantes, através da análise e teatralização da realidade e modos de conduta dos sujeitos.

PROJECTOS

O GTO LX desenvolve a Rede Multiplica, uma rede de grupos de Teatro do Oprimido do GTO LX que, formados e certificados pela associação, usam a metodologia para intervir nas suas comunidade. A rede abrange mais de 10 grupos activos em diversos pontos do país, constituídos por populações tão diferentes como jovens em risco, público escolar, mães adolescentes, mulheres, idosos, doentes mentais, imigrantes ou repatriados.

Além de acompanhar o processo de empowerment dos grupos, desde a sua mobilização até à autonomia, o GTO LX promove regularmente encontros, festivais e formações que possibilitam a partilha de experiências entre os diversos grupos da rede.

Na área da formação, o GTO LX implementa a técnica de Teatro Fórum como ferramenta de promoção do empowerment individual e comunitário, através de sessões de formação contínua. Além disso, a associação promove também formações pontuais sobre as técnicas do Teatro do Oprimido para os mais diversos públicos, nomeadamente técnicos sociais, formadores e público em geral.

Anualmente, o GTO LX trabalha directamente com cerca de 12 grupos de Teatro Fórum, cria 16 novos espectáculos, chegando a mais de 2500 espectadores provenientes de comunidades desfavorecidas, tratando temas que lhes tocam directamente e envolvendo-os activamente na resolução dos mesmos.

Os principais financiadores da associação são a CIG – Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, o POPH – Programa Operacional de Potencial Humano, o QREN – Quadro de Referencia Estratégico Nacional, a UE – União Europeia, o ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e Dialogo Intercultural, entre outros.

Os relatórios de actividades e contas não se encontram online para consulta.

CONTACTOS

Travessa do Corpo Santo n.º 21, 2.º

1200-131 Lisboa

Telefone: (+351) 213 476 319 / (+351) 968 474 613

E-mail: geral@gtolx.org

Site: www.gtolx.org

NOTA

Informação ainda não confirmada pela instituição

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